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  • Anunciando Windows Azure Mobile Services (Serviços Móveis da Windows Azure)

    - by Leniel Macaferi
    Estou animado para anunciar uma nova capacidade que estamos adicionando à Windows Azure hoje: Windows Azure Mobile Services (Serviços Móveis da Windows Azure) Os Serviços Móveis da Windows Azure tornam incrivelmente fácil conectar um backend da nuvem escalável em suas aplicações clientes e móveis. Estes serviços permitem que você facilmente armazene dados estruturados na nuvem que podem abranger dispositivos e usuários, integrando tais dados com autenticação do usuário. Você também pode enviar atualizações para os clientes através de notificações push. O lançamento de hoje permite que você adicione essas capacidades em qualquer aplicação Windows 8 em literalmente minutos, e fornece uma maneira super produtiva para que você transforme rapidamente suas ideias em aplicações. Também vamos adicionar suporte para permitir esses mesmos cenários para o Windows Phone, iOS e dispositivos Android em breve. Leia este tutorial inicial (em Inglês) que mostra como você pode construir (em menos de 5 minutos) uma simples aplicação Windows 8 "Todo List" (Lista de Tarefas) que é habilitada para a nuvem usando os Serviços Móveis da Windows Azure. Ou assista este vídeo (em Inglês) onde mostro como construí-la passo a passo. Começando Se você ainda não possui uma conta na Windows Azure, você pode se inscrever usando uma assinatura gratuita sem compromisso. Uma vez inscrito, clique na seção "preview features" logo abaixo da tab "account" (conta) no website www.windowsazure.com e ative sua conta para ter acesso ao preview dos "Mobile Services" (Serviços Móveis). Instruções sobre como ativar estes novos recursos podem ser encontradas aqui (em Inglês). Depois de habilitar os Serviços Móveis, entre no Portal da Windows Azure, clique no botão "New" (Novo) e escolha o novo ícone "Mobile Services" (Serviços Móveis) para criar o seu primeiro backend móvel. Uma vez criado, você verá uma página de início rápido como a mostrada a seguir com instruções sobre como conectar o seu serviço móvel a uma aplicação Windows 8 cliente já existente, a qual você já tenha começado a implementar, ou como criar e conectar uma nova aplicação Windows 8 cliente ao backend móvel: Leia este tutorial inicial (em Inglês) com explicações passo a passo sobre como construir (em menos de 5 minutos) uma simples aplicação Windows 8 "Todo List" (Lista de Tarefas) que armazena os dados na Windows Azure. Armazenamento Dados na Nuvem Armazenar dados na nuvem com os Serviços Móveis da Windows Azure é incrivelmente fácil. Quando você cria um Serviço Móvel da Windows Azure, nós automaticamente o associamos com um banco de dados SQL dentro da Windows Azure. O backend do Serviço Móvel da Windows Azure então fornece suporte nativo para permitir que aplicações remotas armazenem e recuperem dados com segurança através dele (usando end-points REST seguros, através de um formato OData baseado em JSON) - sem que você tenha que escrever ou implantar qualquer código personalizado no servidor. Suporte integrado para o gerenciamento do backend é fornecido dentro do Portal da Windows Azure para a criação de novas tabelas, navegação pelos dados, criação de índices, e controle de permissões de acesso. Isto torna incrivelmente fácil conectar aplicações clientes na nuvem, e permite que os desenvolvedores de aplicações desktop que não têm muito conhecimento sobre código que roda no servidor sejam produtivos desde o início. Eles podem se concentrar na construção da experiência da aplicação cliente, tirando vantagem dos Serviços Móveis da Windows Azure para fornecer os serviços de backend da nuvem que se façam necessários.  A seguir está um exemplo de código Windows 8 C#/XAML do lado do cliente que poderia ser usado para consultar os dados de um Serviço Móvel da Windows Azure. Desenvolvedores de aplicações que rodam no cliente e que usam C# podem escrever consultas como esta usando LINQ e objetos fortemente tipados POCO, os quais serão mais tarde traduzidos em consultas HTTP REST que são executadas em um Serviço Móvel da Windows Azure. Os desenvolvedores não precisam escrever ou implantar qualquer código personalizado no lado do servidor para permitir que o código do lado do cliente mostrado a seguir seja executado de forma assíncrona preenchendo a interface (UI) do cliente: Como os Serviços Móveis fazem parte da Windows Azure, os desenvolvedores podem escolher mais tarde se querem aumentar ou estender sua solução adicionando funcionalidades no lado do servidor bem como lógica de negócio mais avançada, se quiserem. Isso proporciona o máximo de flexibilidade, e permite que os desenvolvedores ampliem suas soluções para atender qualquer necessidade. Autenticação do Usuário e Notificações Push Os Serviços Móveis da Windows Azure também tornam incrivelmente fácil integrar autenticação/autorização de usuários e notificações push em suas aplicações. Você pode usar esses recursos para habilitar autenticação e controlar as permissões de acesso aos dados que você armazena na nuvem de uma maneira granular. Você também pode enviar notificações push para os usuários/dispositivos quando os dados são alterados. Os Serviços Móveis da Windows Azure suportam o conceito de "scripts do servidor" (pequenos pedaços de script que são executados no servidor em resposta a ações), os quais tornam a habilitação desses cenários muito fácil. A seguir estão links para alguns tutoriais (em Inglês) no formato passo a passo para cenários comuns de autenticação/autorização/push que você pode utilizar com os Serviços Móveis da Windows Azure e aplicações Windows 8: Habilitando Autenticação do Usuário Autorizando Usuários  Começando com Push Notifications Push Notifications para múltiplos Usuários Gerencie e Monitore seu Serviço Móvel Assim como todos os outros serviços na Windows Azure, você pode monitorar o uso e as métricas do backend de seu Serviço Móvel usando a tab "Dashboard" dentro do Portal da Windows Azure. A tab Dashboard fornece uma visão de monitoramento que mostra as chamadas de API, largura de banda e ciclos de CPU do servidor consumidos pelo seu Serviço Móvel da Windows Azure. Você também usar a tab "Logs" dentro do portal para ver mensagens de erro.  Isto torna fácil monitorar e controlar como sua aplicação está funcionando. Aumente a Capacidade de acordo com o Crescimento do Seu Negócio Os Serviços Móveis da Windows Azure agora permitem que cada cliente da Windows Azure crie e execute até 10 Serviços Móveis de forma gratuita, em um ambiente de hospedagem compartilhado com múltiplos banco de dados (onde o backend do seu Serviço Móvel será um dos vários aplicativos sendo executados em um conjunto compartilhado de recursos do servidor). Isso fornece uma maneira fácil de começar a implementar seus projetos sem nenhum custo algum (nota: cada conta gratuita da Windows Azure também inclui um banco de dados SQL de 1GB que você pode usar com qualquer número de aplicações ou Serviços Móveis da Windows Azure). Se sua aplicação cliente se tornar popular, você pode clicar na tab "Scale" (Aumentar Capacidade) do seu Serviço Móvel e mudar de "Shared" (Compartilhado) para o modo "Reserved" (Reservado). Isso permite que você possa isolar suas aplicações de maneira que você seja o único cliente dentro de uma máquina virtual. Isso permite que você dimensione elasticamente a quantidade de recursos que suas aplicações consomem - permitindo que você aumente (ou diminua) sua capacidade de acordo com o tráfego de dados: Com a Windows Azure você paga por capacidade de processamento por hora - o que te permite dimensionar para cima e para baixo seus recursos para atender apenas o que você precisa. Isso permite um modelo super flexível que é ideal para novos cenários de aplicações móveis, bem como para novas empresas que estão apenas começando. Resumo Eu só toquei na superfície do que você pode fazer com os Serviços Móveis da Windows Azure - há muito mais recursos para explorar. Com os Serviços Móveis da Windows Azure, você será capaz de construir cenários de aplicações móveis mais rápido do que nunca, permitindo experiências de usuário ainda melhores - conectando suas aplicações clientes na nuvem. Visite o centro de desenvolvimento dos Serviços Móveis da Windows Azure (em Inglês) para aprender mais, e construa sua primeira aplicação Windows 8 conectada à Windows Azure hoje. E leia este tutorial inicial (em Inglês) com explicações passo a passo que mostram como você pode construir (em menos de 5 minutos) uma simples aplicação Windows 8 "Todo List" (Lista de Tarefas) habilitada para a nuvem usando os Serviços Móveis da Windows Azure. Espero que ajude, - Scott P.S. Além do blog, eu também estou utilizando o Twitter para atualizações rápidas e para compartilhar links. Siga-me em: twitter.com/ScottGu Texto traduzido do post original por Leniel Macaferi.

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  • Plugin jQuery da Microsoft para Globalização

    - by Leniel Macaferi
    No mês passado eu escrevi sobre como a Microsoft está começando a fazer contribuições de código para a jQuery (em Inglês), e sobre algumas das primeiras contribuições de código nas quais estávamos trabalhando: Suporte para Templates jQuery e Linkagem de Dados (em Inglês). Hoje, lançamos um protótipo de um novo plugin jQuery para Globalização que te permite adicionar suporte à globalização/internacionalização para as suas aplicações JavaScript. Este plugin inclui informações de globalização para mais de 350 culturas que vão desde o Gaélico Escocês, o Frísio, Húngaro, Japonês, e Inglês Canadense. Nós estaremos lançando este plugin para a comunidade em um formato de código livre. Você pode baixar nosso protótipo do plugin jQuery para Globalização a partir do nosso repositório Github: http://github.com/nje/jquery-glob Você também pode baixar um conjunto de exemplos que demonstram alguns simples casos de uso com ele aqui. Entendendo Globalização O plugin jQuery para Globalização permite que você facilmente analise e formate números, moedas e datas para diferentes culturas em JavaScript. Por exemplo, você pode usar o plugin de globalização para mostrar o símbolo da moeda adequado para uma cultura: Você também pode usar o plugin de globalização para formatar datas para que o dia e o mês apareçam na ordem certa e para que os nomes dos dias e meses sejam corretamente traduzidos: Observe acima como o ano Árabe é exibido como 1431. Isso ocorre porque o ano foi convertido para usar o calendário Árabe. Algumas diferenças culturais, tais como moeda diferente ou nomes de meses, são óbvias. Outras diferenças culturais são surpreendentes e sutis. Por exemplo, em algumas culturas, o agrupamento de números é feito de forma irregular. Na cultura "te-IN" (Telugu na Índia), grupos possuem 3 dígitos e, em seguida, dois dígitos. O número 1000000 (um milhão) é escrito como "10,00,000". Algumas culturas não agrupam os números. Todas essas sutis diferenças culturais são tratadas pelo plugin de Globalização da jQuery automaticamente. Pegar as datas corretamente pode ser especialmente complicado. Diferentes culturas têm calendários diferentes, como o Gregoriano e os calendários UmAlQura. Uma única cultura pode até mesmo ter vários calendários. Por exemplo, a cultura Japonesa usa o calendário Gregoriano e um calendário Japonês que possui eras com nomes de imperadores Japoneses. O plugin de Globalização inclui métodos para a conversão de datas entre todos estes diferentes calendários. Usando Tags de Idioma O plugin de Globalização da jQuery utiliza as tags de idioma definidas nos padrões das RFCs 4646 e 5646 para identificar culturas (veja http://tools.ietf.org/html/rfc5646). Uma tag de idioma é composta por uma ou mais subtags separadas por hífens. Por exemplo: Tag do Idioma Nome do Idioma (em Inglês) en-UA English (Australia) en-BZ English (Belize) en-CA English (Canada) Id Indonesian zh-CHS Chinese (Simplified) Legacy Zu isiZulu Observe que um único idioma, como o Inglês, pode ter várias tags de idioma. Falantes de Inglês no Canadá formatam números, moedas e datas usando diferentes convenções daquelas usadas pelos falantes de Inglês na Austrália ou nos Estados Unidos. Você pode encontrar a tag de idioma para uma cultura específica usando a Language Subtag Lookup Tool (Ferramenta de Pesquisa de Subtags de Idiomas) em: http://rishida.net/utils/subtags/ O download do plugin de Globalização da jQuery inclui uma pasta chamada globinfo que contém as informações de cada uma das 350 culturas. Na verdade, esta pasta contém mais de 700 arquivos, porque a pasta inclui ambas as versões minified (tamanho reduzido) e não-minified de cada arquivo. Por exemplo, a pasta globinfo inclui arquivos JavaScript chamados jQuery.glob.en-AU.js para o Inglês da Austrália, jQuery.glob.id.js para o Indonésio, e jQuery.glob.zh-CHS para o Chinês (simplificado) Legacy. Exemplo: Definindo uma Cultura Específica Imagine que te pediram para criar um site em Alemão e que querem formatar todas as datas, moedas e números usando convenções de formatação da cultura Alemã de maneira correta em JavaScript no lado do cliente. O código HTML para a página pode ser igual a este: Observe as tags span acima. Elas marcam as áreas da página que desejamos formatar com o plugin de Globalização. Queremos formatar o preço do produto, a data em que o produto está disponível, e as unidades do produto em estoque. Para usar o plugin de Globalização da jQuery, vamos adicionar três arquivos JavaScript na página: a biblioteca jQuery, o plugin de Globalização da jQuery, e as informações de cultura para um determinado idioma: Neste caso, eu estaticamente acrescentei o arquivo JavaScript jQuery.glob.de-DE.js que contém as informações para a cultura Alemã. A tag de idioma "de-DE" é usada para o Alemão falado na Alemanha. Agora que eu tenho todos os scripts necessários, eu posso usar o plugin de Globalização para formatar os valores do preço do produto, data disponível, e unidades no estoque usando o seguinte JavaScript no lado do cliente: O plugin de Globalização jQuery amplia a biblioteca jQuery com novos métodos - incluindo novos métodos chamados preferCulture() e format(). O método preferCulture() permite que você defina a cultura padrão utilizada pelos métodos do plugin de Globalização da jQuery. Observe que o método preferCulture() aceita uma tag de idioma. O método irá buscar a cultura mais próxima que corresponda à tag do idioma. O método $.format() é usado para formatar os valores monetários, datas e números. O segundo parâmetro passado para o método $.format() é um especificador de formato. Por exemplo, passar um "c" faz com que o valor seja formatado como moeda. O arquivo LeiaMe (ReadMe) no github detalha o significado de todos os diferentes especificadores de formato: http://github.com/nje/jquery-glob Quando abrimos a página em um navegador, tudo está formatado corretamente de acordo com as convenções da língua Alemã. Um símbolo do euro é usado para o símbolo de moeda. A data é formatada usando nomes de dia e mês em Alemão. Finalmente, um ponto, em vez de uma vírgula é usado como separador numérico: Você pode ver um exemplo em execução da abordagem acima com o arquivo 3_GermanSite.htm neste download de amostras. Exemplo: Permitindo que um Usuário Selecione Dinamicamente uma Cultura No exemplo anterior, nós explicitamente dissemos que queríamos globalizar em Alemão (referenciando o arquivo jQuery.glob.de-DE.js). Vamos agora olhar para o primeiro de alguns exemplos que demonstram como definir dinamicamente a cultura da globalização a ser usada. Imagine que você deseja exibir uma lista suspensa (dropdown) de todas as 350 culturas em uma página. Quando alguém escolhe uma cultura a partir da lista suspensa, você quer que todas as datas da página sejam formatadas usando a cultura selecionada. Aqui está o código HTML para a página: Observe que todas as datas estão contidas em uma tag <span> com um atributo data-date (atributos data-* são um novo recurso da HTML 5, que convenientemente também ainda funcionam com navegadores mais antigos). Nós vamos formatar a data representada pelo atributo data-date quando um usuário selecionar uma cultura a partir da lista suspensa. A fim de mostrar as datas para qualquer cultura disponível, vamos incluir o arquivo jQuery.glob.all.js igual a seguir: O plugin de Globalização da jQuery inclui um arquivo JavaScript chamado jQuery.glob.all.js. Este arquivo contém informações de globalização para todas as mais de 350 culturas suportadas pelo plugin de Globalização. Em um tamanho de 367 KB minified (reduzido), esse arquivo não é pequeno. Devido ao tamanho deste arquivo, a menos que você realmente precise usar todas essas culturas, ao mesmo tempo, recomendamos que você adicione em uma página somente os arquivos JavaScript individuais para as culturas específicas que você pretende suportar, ao invés do arquivo jQuery.glob.all.js combinado. No próximo exemplo, eu vou mostrar como carregar dinamicamente apenas os arquivos de idioma que você precisa. A seguir, vamos preencher a lista suspensa com todas as culturas disponíveis. Podemos usar a propriedade $.cultures para obter todas as culturas carregadas: Finalmente, vamos escrever o código jQuery que pega cada elemento span com um atributo data-date e formataremos a data: O método parseDate() do plugin de Globalização da jQuery é usado para converter uma representação de uma data em string para uma data JavaScript. O método format() do plugin é usado para formatar a data. O especificador de formato "D" faz com que a data a ser formatada use o formato de data longa. E agora, o conteúdo será globalizado corretamente, independentemente de qual das 350 línguas o usuário que visita a página selecione. Você pode ver um exemplo em execução da abordagem acima com o arquivo 4_SelectCulture.htm neste download de amostras. Exemplo: Carregando Arquivos de Globalização Dinamicamente Conforme mencionado na seção anterior, você deve evitar adicionar o arquivo jQuery.glob.all.js em uma página, sempre que possível, porque o arquivo é muito grande. Uma melhor alternativa é carregar as informações de globalização que você precisa dinamicamente. Por exemplo, imagine que você tenha criado uma lista suspensa que exibe uma lista de idiomas: O seguinte código jQuery é executado sempre que um usuário seleciona um novo idioma na lista suspensa. O código verifica se o arquivo associado com a globalização do idioma selecionado já foi carregado. Se o arquivo de globalização ainda não foi carregado, o arquivo de globalização é carregado dinamicamente, tirando vantagem do método $.getScript() da jQuery. O método globalizePage() é chamado depois que o arquivo de globalização solicitado tenha sido carregado, e contém o código do lado do cliente necessário para realizar a globalização. A vantagem dessa abordagem é que ela permite evitar o carregamento do arquivo jQuery.glob.all.js inteiro. Em vez disso você só precisa carregar os arquivos que você vai usar e você não precisa carregar os arquivos mais de uma vez. O arquivo 5_Dynamic.htm neste download de amostras demonstra como implementar esta abordagem. Exemplo: Definindo o Idioma Preferido do Usuário Automaticamente Muitos sites detectam o idioma preferido do usuário a partir das configurações de seu navegador e as usam automaticamente quando globalizam o conteúdo. Um usuário pode definir o idioma preferido para o seu navegador. Então, sempre que o usuário solicita uma página, esta preferência de idioma está incluída no pedido no cabeçalho Accept-Language. Quando você usa o Microsoft Internet Explorer, você pode definir o seu idioma preferido, seguindo estes passos: Selecione a opção do menu Ferramentas, Opções da Internet. Selecione a guia/tab Geral. Clique no botão Idiomas na seção Aparência. Clique no botão Adicionar para adicionar um novo idioma na lista de idiomas. Mova seu idioma preferido para o topo da lista. Observe que você pode listar múltiplos idiomas na janela de diálogo de Preferências de Idioma. Todas estas línguas são enviadas na ordem em que você as listou no cabeçalho Accept-Language: Accept-Language: fr-FR,id-ID;q=0.7,en-US;q= 0.3 Estranhamente, você não pode recuperar o valor do cabeçalho Accept-Language a partir do código JavaScript no lado do cliente. O Microsoft Internet Explorer e o Mozilla Firefox suportam um grupo de propriedades relacionadas a idiomas que são expostas pelo objeto window.navigator, tais como windows.navigator.browserLanguage e window.navigator.language, mas essas propriedades representam tanto o idioma definido para o sistema operacional ou a linguagem de edição do navegador. Essas propriedades não permitem que você recupere o idioma que o usuário definiu como seu idioma preferido. A única maneira confiável para se obter o idioma preferido do usuário (o valor do cabeçalho Accept-Language) é escrever código no lado do servidor. Por exemplo, a seguinte página ASP.NET tira vantagem da propriedade do servidor Request.UserLanguages para atribuir o idioma preferido do usuário para uma variável JavaScript no lado do cliente chamada AcceptLanguage (a qual então permite que você acesse o valor usando código JavaScript no lado do cliente): Para que este código funcione, as informações de cultura associadas ao valor de acceptLanguage devem ser incluídas na página. Por exemplo, se a cultura preferida de alguém é fr-FR (Francês na França) então você precisa incluir tanto o arquivo jQuery.glob.fr-FR.js ou o arquivo jQuery.glob.all.js na página; caso contrário, as informações de cultura não estarão disponíveis. O exemplo "6_AcceptLanguages.aspx" neste download de amostras demonstra como implementar esta abordagem. Se as informações de cultura para o idioma preferido do usuário não estiverem incluídas na página, então, o método $.preferCulture() voltará a usar a cultura neutra (por exemplo, passará a usar jQuery.glob.fr.js ao invés de jQuery.glob.fr-FR.js). Se as informações da cultura neutra não estiverem disponíveis, então, o método $.preferCulture() retornará para a cultura padrão (Inglês). Exemplo: Usando o Plugin de Globalização com o jQuery UI DatePicker (Selecionador de Datas da jQuery) Um dos objetivos do plugin de Globalização é tornar mais fácil construir widgets jQuery que podem ser usados com diferentes culturas. Nós queríamos ter certeza de que o plugin de Globalização da jQuery pudesse funcionar com os plugins de UI (interface do usuário) da jQuery, como o plugin DatePicker. Para esse fim, criamos uma versão corrigida do plugin DatePicker que pode tirar proveito do plugin de Globalização na renderização de um calendário. A imagem a seguir ilustra o que acontece quando você adiciona o plugin de Globalização jQuery e o plugin DatePicker da jQuery corrigido em uma página e seleciona a cultura da Indonésia como preferencial: Note que os cabeçalhos para os dias da semana são exibidos usando abreviaturas dos nomes dos dias referentes ao idioma Indonésio. Além disso, os nomes dos meses são exibidos em Indonésio. Você pode baixar a versão corrigida do jQuery UI DatePicker no nosso site no github. Ou você pode usar a versão incluída neste download de amostras e usada pelo arquivo de exemplo 7_DatePicker.htm. Sumário Estou animado com a nossa participação contínua na comunidade jQuery. Este plugin de Globalização é o terceiro plugin jQuery que lançamos. Nós realmente apreciamos todos os ótimos comentários e sugestões sobre os protótipos do Suporte para Templates jQuery e Linkagem de Dados que lançamos mais cedo neste ano. Queremos também agradecer aos times da jQuery e jQuery UI por trabalharem conosco na criação deses plugins. Espero que isso ajude, Scott P.S. Além do blog, eu também estou agora utilizando o Twitter para atualizações rápidas e para compartilhar links. Você pode me acompanhar em: twitter.com/scottgu   Texto traduzido do post original por Leniel Macaferi.

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  • Anunciando: Grandes Melhorias para Web Sites da Windows Azure

    - by Leniel Macaferi
    Estou animado para anunciar algumas grandes melhorias para os Web Sites da Windows Azure que introduzimos no início deste verão.  As melhorias de hoje incluem: uma nova opção de hospedagem adaptável compartilhada de baixo custo, suporte a domínios personalizados para websites hospedados em modo compartilhado ou em modo reservado usando registros CNAME e A-Records (o último permitindo naked domains), suporte para deployment contínuo usando tanto CodePlex e GitHub, e a extensibilidade FastCGI. Todas essas melhorias estão agora online em produção e disponíveis para serem usadas imediatamente. Nova Camada Escalonável "Compartilhada" A Windows Azure permite que você implante e hospede até 10 websites em um ambiente gratuito e compartilhado com múltiplas aplicações. Você pode começar a desenvolver e testar websites sem nenhum custo usando este modo compartilhado (gratuito). O modo compartilhado suporta a capacidade de executar sites que servem até 165MB/dia de conteúdo (5GB/mês). Todas as capacidades que introduzimos em Junho com esta camada gratuita permanecem inalteradas com a atualização de hoje. Começando com o lançamento de hoje, você pode agora aumentar elasticamente seu website para além desta capacidade usando uma nova opção "shared" (compartilhada) de baixo custo (a qual estamos apresentando hoje), bem como pode usar a opção "reserved instance" (instância reservada) - a qual suportamos desde Junho. Aumentar a capacidade de qualquer um desses modos é fácil. Basta clicar na aba "scale" (aumentar a capacidade) do seu website dentro do Portal da Windows Azure, escolher a opção de modo de hospedagem que você deseja usar com ele, e clicar no botão "Salvar". Mudanças levam apenas alguns segundos para serem aplicadas e não requerem nenhum código para serem alteradas e também não requerem que a aplicação seja reimplantada/reinstalada: A seguir estão mais alguns detalhes sobre a nova opção "shared" (compartilhada), bem como a opção existente "reserved" (reservada): Modo Compartilhado Com o lançamento de hoje, estamos introduzindo um novo modo de hospedagem de baixo custo "compartilhado" para Web Sites da Windows Azure. Um website em execução no modo compartilhado é implantado/instalado em um ambiente de hospedagem compartilhado com várias outras aplicações. Ao contrário da opção de modo free (gratuito), um web-site no modo compartilhado não tem quotas/limite máximo para a quantidade de largura de banda que o mesmo pode servir. Os primeiros 5 GB/mês de banda que você servir com uma website compartilhado é grátis, e então você passará a pagar a taxa padrão "pay as you go" (pague pelo que utilizar) da largura de banda de saída da Windows Azure quando a banda de saída ultrapassar os 5 GB. Um website em execução no modo compartilhado agora também suporta a capacidade de mapear múltiplos nomes de domínio DNS personalizados, usando ambos CNAMEs e A-records para tanto. O novo suporte A-record que estamos introduzindo com o lançamento de hoje oferece a possibilidade para você suportar "naked domains" (domínios nús - sem o www) com seus web-sites (por exemplo, http://microsoft.com além de http://www.microsoft.com). Nós também, no futuro, permitiremos SSL baseada em SNI como um recurso nativo nos websites que rodam em modo compartilhado (esta funcionalidade não é suportada com o lançamento de hoje - mas chagará mais tarde ainda este ano, para ambos as opções de hospedagem - compartilhada e reservada). Você paga por um website no modo compartilhado utilizando o modelo padrão "pay as you go" que suportamos com outros recursos da Windows Azure (ou seja, sem custos iniciais, e você só paga pelas horas nas quais o recurso estiver ativo). Um web-site em execução no modo compartilhado custa apenas 1,3 centavos/hora durante este período de preview (isso dá uma média de $ 9.36/mês ou R$ 19,00/mês - dólar a R$ 2,03 em 17-Setembro-2012) Modo Reservado Além de executar sites em modo compartilhado, também suportamos a execução dos mesmos dentro de uma instância reservada. Quando rodando em modo de instância reservada, seus sites terão a garantia de serem executados de maneira isolada dentro de sua própria VM (virtual machine - máquina virtual) Pequena, Média ou Grande (o que significa que, nenhum outro cliente da Windows azure terá suas aplicações sendo executadas dentro de sua VM. Somente as suas aplicações). Você pode executar qualquer número de websites dentro de uma máquina virtual, e não existem quotas para limites de CPU ou memória. Você pode executar seus sites usando uma única VM de instância reservada, ou pode aumentar a capacidade tendo várias instâncias (por exemplo, 2 VMs de médio porte, etc.). Dimensionar para cima ou para baixo é fácil - basta selecionar a VM da instância "reservada" dentro da aba "scale" no Portal da Windows Azure, escolher o tamanho da VM que você quer, o número de instâncias que você deseja executar e clicar em salvar. As alterações têm efeito em segundos: Ao contrário do modo compartilhado, não há custo por site quando se roda no modo reservado. Em vez disso, você só paga pelas instâncias de VMs reservadas que você usar - e você pode executar qualquer número de websites que você quiser dentro delas, sem custo adicional (por exemplo, você pode executar um único site dentro de uma instância de VM reservada ou 100 websites dentro dela com o mesmo custo). VMs de instâncias reservadas têm um custo inicial de $ 8 cents/hora ou R$ 16 centavos/hora para uma pequena VM reservada. Dimensionamento Elástico para Cima/para Baixo Os Web Sites da Windows Azure permitem que você dimensione para cima ou para baixo a sua capacidade dentro de segundos. Isso permite que você implante um site usando a opção de modo compartilhado, para começar, e em seguida, dinamicamente aumente a capacidade usando a opção de modo reservado somente quando você precisar - sem que você tenha que alterar qualquer código ou reimplantar sua aplicação. Se o tráfego do seu site diminuir, você pode diminuir o número de instâncias reservadas que você estiver usando, ou voltar para a camada de modo compartilhado - tudo em segundos e sem ter que mudar o código, reimplantar a aplicação ou ajustar os mapeamentos de DNS. Você também pode usar o "Dashboard" (Painel de Controle) dentro do Portal da Windows Azure para facilmente monitorar a carga do seu site em tempo real (ele mostra não apenas as solicitações/segundo e a largura de banda consumida, mas também estatísticas como a utilização de CPU e memória). Devido ao modelo de preços "pay as you go" da Windows Azure, você só paga a capacidade de computação que você usar em uma determinada hora. Assim, se o seu site está funcionando a maior parte do mês em modo compartilhado (a $ 1.3 cents/hora ou R$ 2,64 centavos/hora), mas há um final de semana em que ele fica muito popular e você decide aumentar sua capacidade colocando-o em modo reservado para que seja executado em sua própria VM dedicada (a $ 8 cents/hora ou R$ 16 centavos/hora), você só terá que pagar os centavos/hora adicionais para as horas em que o site estiver sendo executado no modo reservado. Você não precisa pagar nenhum custo inicial para habilitar isso, e uma vez que você retornar seu site para o modo compartilhado, você voltará a pagar $ 1.3 cents/hora ou R$ 2,64 centavos/hora). Isto faz com que essa opção seja super flexível e de baixo custo. Suporte Melhorado para Domínio Personalizado Web sites em execução no modo "compartilhado" ou no modo "reservado" suportam a habilidade de terem nomes personalizados (host names) associados a eles (por exemplo www.mysitename.com). Você pode associar múltiplos domínios personalizados para cada Web Site da Windows Azure. Com o lançamento de hoje estamos introduzindo suporte para registros A-Records (um recurso muito pedido pelos usuários). Com o suporte a A-Record, agora você pode associar domínios 'naked' ao seu Web Site da Windows Azure - ou seja, em vez de ter que usar www.mysitename.com você pode simplesmente usar mysitename.com (sem o prefixo www). Tendo em vista que você pode mapear vários domínios para um único site, você pode, opcionalmente, permitir ambos domínios (com www e a versão 'naked') para um site (e então usar uma regra de reescrita de URL/redirecionamento (em Inglês) para evitar problemas de SEO). Nós também melhoramos a interface do usuário para o gerenciamento de domínios personalizados dentro do Portal da Windows Azure como parte do lançamento de hoje. Clicando no botão "Manage Domains" (Gerenciar Domínios) na bandeja na parte inferior do portal agora traz uma interface de usuário personalizada que torna fácil gerenciar/configurar os domínios: Como parte dessa atualização nós também tornamos significativamente mais suave/mais fácil validar a posse de domínios personalizados, e também tornamos mais fácil alternar entre sites/domínios existentes para Web Sites da Windows Azure, sem que o website fique fora do ar. Suporte a Deployment (Implantação) contínua com Git e CodePlex ou GitHub Um dos recursos mais populares que lançamos no início deste verão foi o suporte para a publicação de sites diretamente para a Windows Azure usando sistemas de controle de código como TFS e Git. Esse recurso fornece uma maneira muito poderosa para gerenciar as implantações/instalações da aplicação usando controle de código. É realmente fácil ativar este recurso através da página do dashboard de um web site: A opção TFS que lançamos no início deste verão oferece uma solução de implantação contínua muito rica que permite automatizar os builds e a execução de testes unitários a cada vez que você atualizar o repositório do seu website, e em seguida, se os testes forem bem sucedidos, a aplicação é automaticamente publicada/implantada na Windows Azure. Com o lançamento de hoje, estamos expandindo nosso suporte Git para também permitir cenários de implantação contínua integrando esse suporte com projetos hospedados no CodePlex e no GitHub. Este suporte está habilitado para todos os web-sites (incluindo os que usam o modo "free" (gratuito)). A partir de hoje, quando você escolher o link "Set up Git publishing" (Configurar publicação Git) na página do dashboard de um website, você verá duas opções adicionais quando a publicação baseada em Git estiver habilitada para o web-site: Você pode clicar em qualquer um dos links "Deploy from my CodePlex project" (Implantar a partir do meu projeto no CodePlex) ou "Deploy from my GitHub project"  (Implantar a partir do meu projeto no GitHub) para seguir um simples passo a passo para configurar uma conexão entre o seu website e um repositório de código que você hospeda no CodePlex ou no GitHub. Uma vez que essa conexão é estabelecida, o CodePlex ou o GitHub automaticamente notificará a Windows Azure a cada vez que um checkin ocorrer. Isso fará com que a Windows Azure faça o download do código e compile/implante a nova versão da sua aplicação automaticamente.  Os dois vídeos a seguir (em Inglês) mostram quão fácil é permitir esse fluxo de trabalho ao implantar uma app inicial e logo em seguida fazer uma alteração na mesma: Habilitando Implantação Contínua com os Websites da Windows Azure e CodePlex (2 minutos) Habilitando Implantação Contínua com os Websites da Windows Azure e GitHub (2 minutos) Esta abordagem permite um fluxo de trabalho de implantação contínua realmente limpo, e torna muito mais fácil suportar um ambiente de desenvolvimento em equipe usando Git: Nota: o lançamento de hoje suporta estabelecer conexões com repositórios públicos do GitHub/CodePlex. Suporte para repositórios privados será habitado em poucas semanas. Suporte para Múltiplos Branches (Ramos de Desenvolvimento) Anteriormente, nós somente suportávamos implantar o código que estava localizado no branch 'master' do repositório Git. Muitas vezes, porém, os desenvolvedores querem implantar a partir de branches alternativos (por exemplo, um branch de teste ou um branch com uma versão futura da aplicação). Este é agora um cenário suportado - tanto com projetos locais baseados no git, bem como com projetos ligados ao CodePlex ou GitHub. Isto permite uma variedade de cenários úteis. Por exemplo, agora você pode ter dois web-sites - um em "produção" e um outro para "testes" - ambos ligados ao mesmo repositório no CodePlex ou no GitHub. Você pode configurar um dos websites de forma que ele sempre baixe o que estiver presente no branch master, e que o outro website sempre baixe o que estiver no branch de testes. Isto permite uma maneira muito limpa para habilitar o teste final de seu site antes que ele entre em produção. Este vídeo de 1 minuto (em Inglês) demonstra como configurar qual branch usar com um web-site. Resumo Os recursos mostrados acima estão agora ao vivo em produção e disponíveis para uso imediato. Se você ainda não tem uma conta da Windows Azure, você pode inscrever-se em um teste gratuito para começar a usar estes recursos hoje mesmo. Visite o O Centro de Desenvolvedores da Windows Azure (em Inglês) para saber mais sobre como criar aplicações para serem usadas na nuvem. Nós teremos ainda mais novos recursos e melhorias chegando nas próximas semanas - incluindo suporte para os recentes lançamentos do Windows Server 2012 e .NET 4.5 (habilitaremos novas imagens de web e work roles com o Windows Server 2012 e NET 4.5 no próximo mês). Fique de olho no meu blog para detalhes assim que esses novos recursos ficarem disponíveis. Espero que ajude, - Scott P.S. Além do blog, eu também estou utilizando o Twitter para atualizações rápidas e para compartilhar links. Siga-me em: twitter.com/ScottGu Texto traduzido do post original por Leniel Macaferi.

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  • .NET 4.5 agora é suportado nos Web Sites da Windows Azure

    - by Leniel Macaferi
    Nesta semana terminamos de instalar o .NET 4.5 em todos os nossos clusters que hospedam os Web Sistes da Windows Azure. Isso significa que agora você pode publicar e executar aplicações baseadas na ASP.NET 4.5, e usar as bibliotecas e recursos do .NET 4.5 (por exemplo: async e o novo suporte para dados espaciais (spatial data type no Entity Framework), com os Web Sites da Windows Azure. Isso permite uma infinidade de ótimos recursos - confira o post de Scott Hanselman com vídeos (em Inglês) que destacam alguns destes recursos. O Visual Studio 2012 inclui suporte nativo para publicar uma aplicação na Windows Azure, o que torna muito fácil publicar e implantar sites baseados no .NET 4.5 a partir do Visual Studio (você pode publicar aplicações + bancos de dados). Com o recurso de Migrações da abordagem Entity Framework Code First você também pode fazer atualizações incrementais do esquema do banco de dados, como parte do processo de publicação (o que permite um fluxo de trabalho de publicação extremamente automatizado). Cada conta da Windows Azure é elegível para hospedar até 10 web-sites gratuitamente, usando nossa camada Escalonável "Compartilhada". Se você ainda não tem uma conta da Windows Azure, você pode inscrever-se em um teste gratuito para começar a usar estes recursos hoje mesmo. Nos próximos dias, vamos também lançar o suporte para .NET 4.5 e Windows Server 2012 para os Serviços da Nuvem da Windows Azure (Web e Worker Roles) - juntamente com algumas novas e ótimas melhorias para o SDK da Windows Azure. Fique de olho no meu blog para mais informações sobre estes lançamentos em breve. Espero que ajude, - Scott PS Além do blog, eu também estou agora utilizando o Twitter para atualizações rápidas e para compartilhar links. Siga-me em: twitter.com/ScottGu Texto traduzido do post original por Leniel Macaferi.

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  • Red Gate Coder interviews: Alex Davies

    - by Michael Williamson
    Alex Davies has been a software engineer at Red Gate since graduating from university, and is currently busy working on .NET Demon. We talked about tackling parallel programming with his actors framework, a scientific approach to debugging, and how JavaScript is going to affect the programming languages we use in years to come. So, if we start at the start, how did you get started in programming? When I was seven or eight, I was given a BBC Micro for Christmas. I had asked for a Game Boy, but my dad thought it would be better to give me a proper computer. For a year or so, I only played games on it, but then I found the user guide for writing programs in it. I gradually started doing more stuff on it and found it fun. I liked creating. As I went into senior school I continued to write stuff on there, trying to write games that weren’t very good. I got a real computer when I was fourteen and found ways to write BASIC on it. Visual Basic to start with, and then something more interesting than that. How did you learn to program? Was there someone helping you out? Absolutely not! I learnt out of a book, or by experimenting. I remember the first time I found a loop, I was like “Oh my God! I don’t have to write out the same line over and over and over again any more. It’s amazing!” When did you think this might be something that you actually wanted to do as a career? For a long time, I thought it wasn’t something that you would do as a career, because it was too much fun to be a career. I thought I’d do chemistry at university and some kind of career based on chemical engineering. And then I went to a careers fair at school when I was seventeen or eighteen, and it just didn’t interest me whatsoever. I thought “I could be a programmer, and there’s loads of money there, and I’m good at it, and it’s fun”, but also that I shouldn’t spoil my hobby. Now I don’t really program in my spare time any more, which is a bit of a shame, but I program all the rest of the time, so I can live with it. Do you think you learnt much about programming at university? Yes, definitely! I went into university knowing how to make computers do anything I wanted them to do. However, I didn’t have the language to talk about algorithms, so the algorithms course in my first year was massively important. Learning other language paradigms like functional programming was really good for breadth of understanding. Functional programming influences normal programming through design rather than actually using it all the time. I draw inspiration from it to write imperative programs which I think is actually becoming really fashionable now, but I’ve been doing it for ages. I did it first! There were also some courses on really odd programming languages, a bit of Prolog, a little bit of C. Having a little bit of each of those is something that I would have never done on my own, so it was important. And then there are knowledge-based courses which are about not programming itself but things that have been programmed like TCP. Those are really important for examples for how to approach things. Did you do any internships while you were at university? Yeah, I spent both of my summers at the same company. I thought I could code well before I went there. Looking back at the crap that I produced, it was only surpassed in its crappiness by all of the other code already in that company. I’m so much better at writing nice code now than I used to be back then. Was there just not a culture of looking after your code? There was, they just didn’t hire people for their abilities in that area. They hired people for raw IQ. The first indicator of it going wrong was that they didn’t have any computer scientists, which is a bit odd in a programming company. But even beyond that they didn’t have people who learnt architecture from anyone else. Most of them had started straight out of university, so never really had experience or mentors to learn from. There wasn’t the experience to draw from to teach each other. In the second half of my second internship, I was being given tasks like looking at new technologies and teaching people stuff. Interns shouldn’t be teaching people how to do their jobs! All interns are going to have little nuggets of things that you don’t know about, but they shouldn’t consistently be the ones who know the most. It’s not a good environment to learn. I was going to ask how you found working with people who were more experienced than you… When I reached Red Gate, I found some people who were more experienced programmers than me, and that was difficult. I’ve been coding since I was tiny. At university there were people who were cleverer than me, but there weren’t very many who were more experienced programmers than me. During my internship, I didn’t find anyone who I classed as being a noticeably more experienced programmer than me. So, it was a shock to the system to have valid criticisms rather than just formatting criticisms. However, Red Gate’s not so big on the actual code review, at least it wasn’t when I started. We did an entire product release and then somebody looked over all of the UI of that product which I’d written and say what they didn’t like. By that point, it was way too late and I’d disagree with them. Do you think the lack of code reviews was a bad thing? I think if there’s going to be any oversight of new people, then it should be continuous rather than chunky. For me I don’t mind too much, I could go out and get oversight if I wanted it, and in those situations I felt comfortable without it. If I was managing the new person, then maybe I’d be keener on oversight and then the right way to do it is continuously and in very, very small chunks. Have you had any significant projects you’ve worked on outside of a job? When I was a teenager I wrote all sorts of stuff. I used to write games, I derived how to do isomorphic projections myself once. I didn’t know what the word was so I couldn’t Google for it, so I worked it out myself. It was horrifically complicated. But it sort of tailed off when I started at university, and is now basically zero. If I do side-projects now, they tend to be work-related side projects like my actors framework, NAct, which I started in a down tools week. Could you explain a little more about NAct? It is a little C# framework for writing parallel code more easily. Parallel programming is difficult when you need to write to shared data. Sometimes parallel programming is easy because you don’t need to write to shared data. When you do need to access shared data, you could just have your threads pile in and do their work, but then you would screw up the data because the threads would trample on each other’s toes. You could lock, but locks are really dangerous if you’re using more than one of them. You get interactions like deadlocks, and that’s just nasty. Actors instead allows you to say this piece of data belongs to this thread of execution, and nobody else can read it. If you want to read it, then ask that thread of execution for a piece of it by sending a message, and it will send the data back by a message. And that avoids deadlocks as long as you follow some obvious rules about not making your actors sit around waiting for other actors to do something. There are lots of ways to write actors, NAct allows you to do it as if it was method calls on other objects, which means you get all the strong type-safety that C# programmers like. Do you think that this is suitable for the majority of parallel programming, or do you think it’s only suitable for specific cases? It’s suitable for most difficult parallel programming. If you’ve just got a hundred web requests which are all independent of each other, then I wouldn’t bother because it’s easier to just spin them up in separate threads and they can proceed independently of each other. But where you’ve got difficult parallel programming, where you’ve got multiple threads accessing multiple bits of data in multiple ways at different times, then actors is at least as good as all other ways, and is, I reckon, easier to think about. When you’re using actors, you presumably still have to write your code in a different way from you would otherwise using single-threaded code. You can’t use actors with any methods that have return types, because you’re not allowed to call into another actor and wait for it. If you want to get a piece of data out of another actor, then you’ve got to use tasks so that you can use “async” and “await” to await asynchronously for it. But other than that, you can still stick things in classes so it’s not too different really. Rather than having thousands of objects with mutable state, you can use component-orientated design, where there are only a few mutable classes which each have a small number of instances. Then there can be thousands of immutable objects. If you tend to do that anyway, then actors isn’t much of a jump. If I’ve already built my system without any parallelism, how hard is it to add actors to exploit all eight cores on my desktop? Usually pretty easy. If you can identify even one boundary where things look like messages and you have components where some objects live on one side and these other objects live on the other side, then you can have a granddaddy object on one side be an actor and it will parallelise as it goes across that boundary. Not too difficult. If we do get 1000-core desktop PCs, do you think actors will scale up? It’s hard. There are always in the order of twenty to fifty actors in my whole program because I tend to write each component as actors, and I tend to have one instance of each component. So this won’t scale to a thousand cores. What you can do is write data structures out of actors. I use dictionaries all over the place, and if you need a dictionary that is going to be accessed concurrently, then you could build one of those out of actors in no time. You can use queuing to marshal requests between different slices of the dictionary which are living on different threads. So it’s like a distributed hash table but all of the chunks of it are on the same machine. That means that each of these thousand processors has cached one small piece of the dictionary. I reckon it wouldn’t be too big a leap to start doing proper parallelism. Do you think it helps if actors get baked into the language, similarly to Erlang? Erlang is excellent in that it has thread-local garbage collection. C# doesn’t, so there’s a limit to how well C# actors can possibly scale because there’s a single garbage collected heap shared between all of them. When you do a global garbage collection, you’ve got to stop all of the actors, which is seriously expensive, whereas in Erlang garbage collections happen per-actor, so they’re insanely cheap. However, Erlang deviated from all the sensible language design that people have used recently and has just come up with crazy stuff. You can definitely retrofit thread-local garbage collection to .NET, and then it’s quite well-suited to support actors, even if it’s not baked into the language. Speaking of language design, do you have a favourite programming language? I’ll choose a language which I’ve never written before. I like the idea of Scala. It sounds like C#, only with some of the niggles gone. I enjoy writing static types. It means you don’t have to writing tests so much. When you say it doesn’t have some of the niggles? C# doesn’t allow the use of a property as a method group. It doesn’t have Scala case classes, or sum types, where you can do a switch statement and the compiler checks that you’ve checked all the cases, which is really useful in functional-style programming. Pattern-matching, in other words. That’s actually the major niggle. C# is pretty good, and I’m quite happy with C#. And what about going even further with the type system to remove the need for tests to something like Haskell? Or is that a step too far? I’m quite a pragmatist, I don’t think I could deal with trying to write big systems in languages with too few other users, especially when learning how to structure things. I just don’t know anyone who can teach me, and the Internet won’t teach me. That’s the main reason I wouldn’t use it. If I turned up at a company that writes big systems in Haskell, I would have no objection to that, but I wouldn’t instigate it. What about things in C#? For instance, there’s contracts in C#, so you can try to statically verify a bit more about your code. Do you think that’s useful, or just not worthwhile? I’ve not really tried it. My hunch is that it needs to be built into the language and be quite mathematical for it to work in real life, and that doesn’t seem to have ended up true for C# contracts. I don’t think anyone who’s tried them thinks they’re any good. I might be wrong. On a slightly different note, how do you like to debug code? I think I’m quite an odd debugger. I use guesswork extremely rarely, especially if something seems quite difficult to debug. I’ve been bitten spending hours and hours on guesswork and not being scientific about debugging in the past, so now I’m scientific to a fault. What I want is to see the bug happening in the debugger, to step through the bug happening. To watch the program going from a valid state to an invalid state. When there’s a bug and I can’t work out why it’s happening, I try to find some piece of evidence which places the bug in one section of the code. From that experiment, I binary chop on the possible causes of the bug. I suppose that means binary chopping on places in the code, or binary chopping on a stage through a processing cycle. Basically, I’m very stupid about how I debug. I won’t make any guesses, I won’t use any intuition, I will only identify the experiment that’s going to binary chop most effectively and repeat rather than trying to guess anything. I suppose it’s quite top-down. Is most of the time then spent in the debugger? Absolutely, if at all possible I will never debug using print statements or logs. I don’t really hold much stock in outputting logs. If there’s any bug which can be reproduced locally, I’d rather do it in the debugger than outputting logs. And with SmartAssembly error reporting, there’s not a lot that can’t be either observed in an error report and just fixed, or reproduced locally. And in those other situations, maybe I’ll use logs. But I hate using logs. You stare at the log, trying to guess what’s going on, and that’s exactly what I don’t like doing. You have to just look at it and see does this look right or wrong. We’ve covered how you get to grip with bugs. How do you get to grips with an entire codebase? I watch it in the debugger. I find little bugs and then try to fix them, and mostly do it by watching them in the debugger and gradually getting an understanding of how the code works using my process of binary chopping. I have to do a lot of reading and watching code to choose where my slicing-in-half experiment is going to be. The last time I did it was SmartAssembly. The old code was a complete mess, but at least it did things top to bottom. There wasn’t too much of some of the big abstractions where flow of control goes all over the place, into a base class and back again. Code’s really hard to understand when that happens. So I like to choose a little bug and try to fix it, and choose a bigger bug and try to fix it. Definitely learn by doing. I want to always have an aim so that I get a little achievement after every few hours of debugging. Once I’ve learnt the codebase I might be able to fix all the bugs in an hour, but I’d rather be using them as an aim while I’m learning the codebase. If I was a maintainer of a codebase, what should I do to make it as easy as possible for you to understand? Keep distinct concepts in different places. And name your stuff so that it’s obvious which concepts live there. You shouldn’t have some variable that gets set miles up the top of somewhere, and then is read miles down to choose some later behaviour. I’m talking from a very much SmartAssembly point of view because the old SmartAssembly codebase had tons and tons of these things, where it would read some property of the code and then deal with it later. Just thousands of variables in scope. Loads of things to think about. If you can keep concepts separate, then it aids me in my process of fixing bugs one at a time, because each bug is going to more or less be understandable in the one place where it is. And what about tests? Do you think they help at all? I’ve never had the opportunity to learn a codebase which has had tests, I don’t know what it’s like! What about when you’re actually developing? How useful do you find tests in finding bugs or regressions? Finding regressions, absolutely. Running bits of code that would be quite hard to run otherwise, definitely. It doesn’t happen very often that a test finds a bug in the first place. I don’t really buy nebulous promises like tests being a good way to think about the spec of the code. My thinking goes something like “This code works at the moment, great, ship it! Ah, there’s a way that this code doesn’t work. Okay, write a test, demonstrate that it doesn’t work, fix it, use the test to demonstrate that it’s now fixed, and keep the test for future regressions.” The most valuable tests are for bugs that have actually happened at some point, because bugs that have actually happened at some point, despite the fact that you think you’ve fixed them, are way more likely to appear again than new bugs are. Does that mean that when you write your code the first time, there are no tests? Often. The chance of there being a bug in a new feature is relatively unaffected by whether I’ve written a test for that new feature because I’m not good enough at writing tests to think of bugs that I would have written into the code. So not writing regression tests for all of your code hasn’t affected you too badly? There are different kinds of features. Some of them just always work, and are just not flaky, they just continue working whatever you throw at them. Maybe because the type-checker is particularly effective around them. Writing tests for those features which just tend to always work is a waste of time. And because it’s a waste of time I’ll tend to wait until a feature has demonstrated its flakiness by having bugs in it before I start trying to test it. You can get a feel for whether it’s going to be flaky code as you’re writing it. I try to write it to make it not flaky, but there are some things that are just inherently flaky. And very occasionally, I’ll think “this is going to be flaky” as I’m writing, and then maybe do a test, but not most of the time. How do you think your programming style has changed over time? I’ve got clearer about what the right way of doing things is. I used to flip-flop a lot between different ideas. Five years ago I came up with some really good ideas and some really terrible ideas. All of them seemed great when I thought of them, but they were quite diverse ideas, whereas now I have a smaller set of reliable ideas that are actually good for structuring code. So my code is probably more similar to itself than it used to be back in the day, when I was trying stuff out. I’ve got more disciplined about encapsulation, I think. There are operational things like I use actors more now than I used to, and that forces me to use immutability more than I used to. The first code that I wrote in Red Gate was the memory profiler UI, and that was an actor, I just didn’t know the name of it at the time. I don’t really use object-orientation. By object-orientation, I mean having n objects of the same type which are mutable. I want a constant number of objects that are mutable, and they should be different types. I stick stuff in dictionaries and then have one thing that owns the dictionary and puts stuff in and out of it. That’s definitely a pattern that I’ve seen recently. I think maybe I’m doing functional programming. Possibly. It’s plausible. If you had to summarise the essence of programming in a pithy sentence, how would you do it? Programming is the form of art that, without losing any of the beauty of architecture or fine art, allows you to produce things that people love and you make money from. So you think it’s an art rather than a science? It’s a little bit of engineering, a smidgeon of maths, but it’s not science. Like architecture, programming is on that boundary between art and engineering. If you want to do it really nicely, it’s mostly art. You can get away with doing architecture and programming entirely by having a good engineering mind, but you’re not going to produce anything nice. You’re not going to have joy doing it if you’re an engineering mind. Architects who are just engineering minds are not going to enjoy their job. I suppose engineering is the foundation on which you build the art. Exactly. How do you think programming is going to change over the next ten years? There will be an unfortunate shift towards dynamically-typed languages, because of JavaScript. JavaScript has an unfair advantage. JavaScript’s unfair advantage will cause more people to be exposed to dynamically-typed languages, which means other dynamically-typed languages crop up and the best features go into dynamically-typed languages. Then people conflate the good features with the fact that it’s dynamically-typed, and more investment goes into dynamically-typed languages. They end up better, so people use them. What about the idea of compiling other languages, possibly statically-typed, to JavaScript? It’s a reasonable idea. I would like to do it, but I don’t think enough people in the world are going to do it to make it pick up. The hordes of beginners are the lifeblood of a language community. They are what makes there be good tools and what makes there be vibrant community websites. And any particular thing which is the same as JavaScript only with extra stuff added to it, although it might be technically great, is not going to have the hordes of beginners. JavaScript is always to be quickest and easiest way for a beginner to start programming in the browser. And dynamically-typed languages are great for beginners. Compilers are pretty scary and beginners don’t write big code. And having your errors come up in the same place, whether they’re statically checkable errors or not, is quite nice for a beginner. If someone asked me to teach them some programming, I’d teach them JavaScript. If dynamically-typed languages are great for beginners, when do you think the benefits of static typing start to kick in? The value of having a statically typed program is in the tools that rely on the static types to produce a smooth IDE experience rather than actually telling me my compile errors. And only once you’re experienced enough a programmer that having a really smooth IDE experience makes a blind bit of difference, does static typing make a blind bit of difference. So it’s not really about size of codebase. If I go and write up a tiny program, I’m still going to get value out of writing it in C# using ReSharper because I’m experienced with C# and ReSharper enough to be able to write code five times faster if I have that help. Any other visions of the future? Nobody’s going to use actors. Because everyone’s going to be running on single-core VMs connected over network-ready protocols like JSON over HTTP. So, parallelism within one operating system is going to die. But until then, you should use actors. More Red Gater Coder interviews

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  • iPhone Serialization problem

    - by Jenicek
    Hi, I need to save my own created class to file, I found on the internet, that good approach is to use NSKeyedArchiver and NSKeyedUnarchiver My class definition looks like this: @interface Game : NSObject <NSCoding> { NSMutableString *strCompleteWord; NSMutableString *strWordToGuess; NSMutableArray *arGuessedLetters; //This array stores characters NSMutableArray *arGuessedLettersPos; //This array stores CGRects NSInteger iScore; NSInteger iLives; NSInteger iRocksFallen; BOOL bGameCompleted; BOOL bGameOver; } I've implemented methods initWithCoder: and encodeWithCoder: this way: - (id)initWithCoder:(NSCoder *)coder { if([coder allowsKeyedCoding]) { strCompleteWord = [[coder decodeObjectForKey:@"CompletedWord"] copy]; strWordToGuess = [[coder decodeObjectForKey:@"WordToGuess"] copy]; arGuessedLetters = [[coder decodeObjectForKey:@"GuessedLetters"] retain]; // arGuessedLettersPos = [[coder decodeObjectForKey:@"GuessedLettersPos"] retain]; iScore = [coder decodeIntegerForKey:@"Score"]; iLives = [coder decodeIntegerForKey:@"Lives"]; iRocksFallen = [coder decodeIntegerForKey:@"RocksFallen"]; bGameCompleted = [coder decodeBoolForKey:@"GameCompleted"]; bGameOver = [coder decodeBoolForKey:@"GameOver"]; } else { strCompleteWord = [[coder decodeObject] retain]; strWordToGuess = [[coder decodeObject] retain]; arGuessedLetters = [[coder decodeObject] retain]; // arGuessedLettersPos = [[coder decodeObject] retain]; [coder decodeValueOfObjCType:@encode(NSInteger) at:&iScore]; [coder decodeValueOfObjCType:@encode(NSInteger) at:&iLives]; [coder decodeValueOfObjCType:@encode(NSInteger) at:&iRocksFallen]; [coder decodeValueOfObjCType:@encode(BOOL) at:&bGameCompleted]; [coder decodeValueOfObjCType:@encode(BOOL) at:&bGameOver]; } return self; } - (void)encodeWithCoder:(NSCoder *)coder { if([coder allowsKeyedCoding]) { [coder encodeObject:strCompleteWord forKey:@"CompleteWord"]; [coder encodeObject:strWordToGuess forKey:@"WordToGuess"]; [coder encodeObject:arGuessedLetters forKey:@"GuessedLetters"]; //[coder encodeObject:arGuessedLettersPos forKey:@"GuessedLettersPos"]; [coder encodeInteger:iScore forKey:@"Score"]; [coder encodeInteger:iLives forKey:@"Lives"]; [coder encodeInteger:iRocksFallen forKey:@"RocksFallen"]; [coder encodeBool:bGameCompleted forKey:@"GameCompleted"]; [coder encodeBool:bGameOver forKey:@"GameOver"]; } else { [coder encodeObject:strCompleteWord]; [coder encodeObject:strWordToGuess]; [coder encodeObject:arGuessedLetters]; //[coder encodeObject:arGuessedLettersPos]; [coder encodeValueOfObjCType:@encode(NSInteger) at:&iScore]; [coder encodeValueOfObjCType:@encode(NSInteger) at:&iLives]; [coder encodeValueOfObjCType:@encode(NSInteger) at:&iRocksFallen]; [coder encodeValueOfObjCType:@encode(BOOL) at:&bGameCompleted]; [coder encodeValueOfObjCType:@encode(BOOL) at:&bGameOver]; } } And I use these methods to archive and unarchive data: [NSKeyedArchiver archiveRootObject:currentGame toFile:strPath]; Game *currentGame = [NSKeyedUnarchiver unarchiveObjectWithFile:strPath]; I have two problems. 1) As you can see, lines with arGuessedLettersPos is commented, it's because every time I try to encode this array, error comes up(this archiver cannot encode structs), and this array is used for storing CGRect structs. I've seen solution on the internet. The thing is, that every CGRect in the array is converted to an NSString (using NSStringFromCGRect()) and then saved. Is it a good approach? 2)This is bigger problem for me. Even if I comment this line and then run the code successfully, then save(archive) the data and then try to load (unarchive) them, no data is loaded. There aren't any error but currentGame object does not have data that should be loaded. Could you please give me some advice? This is first time I'm using archivers and unarchivers. Thanks a lot for every reply.

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  • Conheça a nova Windows Azure

    - by Leniel Macaferi
    Hoje estamos lançando um grande conjunto de melhorias para a Windows Azure. A seguir está um breve resumo de apenas algumas destas melhorias: Novo Portal de Administração e Ferramentas de Linha de Comando O lançamento de hoje vem com um novo portal para a Windows Azure, o qual lhe permitirá gerenciar todos os recursos e serviços oferecidos na Windows Azure de uma forma perfeitamente integrada. O portal é muito rápido e fluido, suporta filtragem e classificação dos dados (o que o torna muito fácil de usar em implantações/instalações de grande porte), funciona em todos os navegadores, e oferece um monte de ótimos e novos recursos - incluindo suporte nativo à VM (máquina virtual), Web site, Storage (armazenamento), e monitoramento de Serviços hospedados na Nuvem. O novo portal é construído em cima de uma API de gerenciamento baseada no modelo REST dentro da Windows Azure - e tudo o que você pode fazer através do portal também pode ser feito através de programação acessando esta Web API. Também estamos lançando hoje ferramentas de linha de comando (que, igualmente ao portal, chamam as APIs de Gerenciamento REST) para tornar ainda ainda mais fácil a criação de scripts e a automatização de suas tarefas de administração. Estamos oferecendo para download um conjunto de ferramentas para o Powershell (Windows) e Bash (Mac e Linux). Como nossos SDKs, o código destas ferramentas está hospedado no GitHub sob uma licença Apache 2. Máquinas Virtuais ( Virtual Machines [ VM ] ) A Windows Azure agora suporta a capacidade de implantar e executar VMs duráveis/permanentes ??na nuvem. Você pode criar facilmente essas VMs usando uma nova Galeria de Imagens embutida no novo Portal da Windows Azure ou, alternativamente, você pode fazer o upload e executar suas próprias imagens VHD customizadas. Máquinas virtuais são duráveis ??(o que significa que qualquer coisa que você instalar dentro delas persistirá entre as reinicializações) e você pode usar qualquer sistema operacional nelas. Nossa galeria de imagens nativa inclui imagens do Windows Server (incluindo o novo Windows Server 2012 RC), bem como imagens do Linux (incluindo Ubuntu, CentOS, e as distribuições SUSE). Depois de criar uma instância de uma VM você pode facilmente usar o Terminal Server ou SSH para acessá-las a fim de configurar e personalizar a máquina virtual da maneira como você quiser (e, opcionalmente, capturar uma snapshot (cópia instantânea da imagem atual) para usar ao criar novas instâncias de VMs). Isto te proporciona a flexibilidade de executar praticamente qualquer carga de trabalho dentro da plataforma Windows Azure.   A novo Portal da Windows Azure fornece um rico conjunto de recursos para o gerenciamento de Máquinas Virtuais - incluindo a capacidade de monitorar e controlar a utilização dos recursos dentro delas.  Nosso novo suporte à Máquinas Virtuais também permite a capacidade de facilmente conectar múltiplos discos nas VMs (os quais você pode então montar e formatar como unidades de disco). Opcionalmente, você pode ativar o suporte à replicação geográfica (geo-replication) para estes discos - o que fará com que a Windows Azure continuamente replique o seu armazenamento em um data center secundário (criando um backup), localizado a pelo menos 640 quilômetros de distância do seu data-center principal. Nós usamos o mesmo formato VHD que é suportado com a virtualização do Windows hoje (o qual nós lançamos como uma especificação aberta), de modo a permitir que você facilmente migre cargas de trabalho existentes que você já tenha virtualizado na Windows Azure.  Também tornamos fácil fazer o download de VHDs da Windows Azure, o que também oferece a flexibilidade para facilmente migrar cargas de trabalho das VMs baseadas na nuvem para um ambiente local. Tudo o que você precisa fazer é baixar o arquivo VHD e inicializá-lo localmente - nenhuma etapa de importação/exportação é necessária. Web Sites A Windows Azure agora suporta a capacidade de rapidamente e facilmente implantar web-sites ASP.NET, Node.js e PHP em um ambiente na nuvem altamente escalável que te permite começar pequeno (e de maneira gratuita) de modo que você possa em seguida, adaptar/escalar sua aplicação de acordo com o crescimento do seu tráfego. Você pode criar um novo web site na Azure e tê-lo pronto para implantação em menos de 10 segundos: O novo Portal da Windows Azure oferece suporte integrado para a administração de Web sites, incluindo a capacidade de monitorar e acompanhar a utilização dos recursos em tempo real: Você pode fazer o deploy (implantação) para web-sites em segundos usando FTP, Git, TFS e Web Deploy. Também estamos lançando atualizações para as ferramentas do Visual Studio e da Web Matrix que permitem aos desenvolvedores uma fácil instalação das aplicações ASP.NET nesta nova oferta. O suporte de publicação do VS e da Web Matrix inclui a capacidade de implantar bancos de dados SQL como parte da implantação do site - bem como a capacidade de realizar a atualização incremental do esquema do banco de dados com uma implantação realizada posteriormente. Você pode integrar a publicação de aplicações web com o controle de código fonte ao selecionar os links "Set up TFS publishing" (Configurar publicação TFS) ou "Set up Git publishing" (Configurar publicação Git) que estão presentes no dashboard de um web-site: Ao fazer isso, você habilitará a integração com o nosso novo serviço online TFS (que permite um fluxo de trabalho do TFS completo - incluindo um build elástico e suporte a testes), ou você pode criar um repositório Git e referenciá-lo como um remote para executar implantações automáticas. Uma vez que você executar uma implantação usando TFS ou Git, a tab/guia de implantações/instalações irá acompanhar as implantações que você fizer, e permitirá que você selecione uma implantação mais antiga (ou mais recente) para que você possa rapidamente voltar o seu site para um estado anterior do seu código. Isso proporciona uma experiência de fluxo de trabalho muito poderosa.   A Windows Azure agora permite que você implante até 10 web-sites em um ambiente de hospedagem gratuito e compartilhado entre múltiplos usuários e bancos de dados (onde um site que você implantar será um dos vários sites rodando em um conjunto compartilhado de recursos do servidor). Isso te fornece uma maneira fácil para começar a desenvolver projetos sem nenhum custo envolvido. Você pode, opcionalmente, fazer o upgrade do seus sites para que os mesmos sejam executados em um "modo reservado" que os isola, de modo que você seja o único cliente dentro de uma máquina virtual: E você pode adaptar elasticamente a quantidade de recursos que os seus sites utilizam - o que te permite por exemplo aumentar a capacidade da sua instância reservada/particular de acordo com o aumento do seu tráfego: A Windows Azure controla automaticamente o balanceamento de carga do tráfego entre as instâncias das VMs, e você tem as mesmas opções de implantação super rápidas (FTP, Git, TFS e Web Deploy), independentemente de quantas instâncias reservadas você usar. Com a Windows Azure você paga por capacidade de processamento por hora - o que te permite dimensionar para cima e para baixo seus recursos para atender apenas o que você precisa. Serviços da Nuvem (Cloud Services) e Cache Distribuído (Distributed Caching) A Windows Azure também suporta a capacidade de construir serviços que rodam na nuvem que suportam ricas arquiteturas multicamadas, gerenciamento automatizado de aplicações, e que podem ser adaptados para implantações extremamente grandes. Anteriormente nós nos referíamos a esta capacidade como "serviços hospedados" - com o lançamento desta semana estamos agora rebatizando esta capacidade como "serviços da nuvem". Nós também estamos permitindo um monte de novos recursos com eles. Cache Distribuído Um dos novos recursos muito legais que estão sendo habilitados com os serviços da nuvem é uma nova capacidade de cache distribuído que te permite usar e configurar um cache distribuído de baixa latência, armazenado na memória (in-memory) dentro de suas aplicações. Esse cache é isolado para uso apenas por suas aplicações, e não possui limites de corte. Esse cache pode crescer e diminuir dinamicamente e elasticamente (sem que você tenha que reimplantar a sua aplicação ou fazer alterações no código), e suporta toda a riqueza da API do Servidor de Cache AppFabric (incluindo regiões, alta disponibilidade, notificações, cache local e muito mais). Além de suportar a API do Servidor de Cache AppFabric, esta nova capacidade de cache pode agora também suportar o protocolo Memcached - o que te permite apontar código escrito para o Memcached para o cache distribuído (sem que alterações de código sejam necessárias). O novo cache distribuído pode ser configurado para ser executado em uma de duas maneiras: 1) Utilizando uma abordagem de cache co-localizado (co-located). Nesta opção você aloca um percentual de memória dos seus roles web e worker existentes para que o mesmo seja usado ??pelo cache, e então o cache junta a memória em um grande cache distribuído.  Qualquer dado colocado no cache por uma instância do role pode ser acessado por outras instâncias do role em sua aplicação - independentemente de os dados cacheados estarem armazenados neste ou em outro role. O grande benefício da opção de cache "co-localizado" é que ele é gratuito (você não precisa pagar nada para ativá-lo) e ele te permite usar o que poderia ser de outra forma memória não utilizada dentro das VMs da sua aplicação. 2) Alternativamente, você pode adicionar "cache worker roles" no seu serviço na nuvem que são utilizados unicamente para o cache. Estes também serão unidos em um grande anel de cache distribuído que outros roles dentro da sua aplicação podem acessar. Você pode usar esses roles para cachear dezenas ou centenas de GBs de dados na memória de forma extramente eficaz - e o cache pode ser aumentado ou diminuído elasticamente durante o tempo de execução dentro da sua aplicação: Novos SDKs e Ferramentas de Suporte Nós atualizamos todos os SDKs (kits para desenvolvimento de software) da Windows Azure com o lançamento de hoje para incluir novos recursos e capacidades. Nossos SDKs estão agora disponíveis em vários idiomas, e todo o código fonte deles está publicado sob uma licença Apache 2 e é mantido em repositórios no GitHub. O SDK .NET para Azure tem em particular um monte de grandes melhorias com o lançamento de hoje, e agora inclui suporte para ferramentas, tanto para o VS 2010 quanto para o VS 2012 RC. Estamos agora também entregando downloads do SDK para Windows, Mac e Linux nos idiomas que são oferecidos em todos esses sistemas - de modo a permitir que os desenvolvedores possam criar aplicações Windows Azure usando qualquer sistema operacional durante o desenvolvimento. Muito, Muito Mais O resumo acima é apenas uma pequena lista de algumas das melhorias que estão sendo entregues de uma forma preliminar ou definitiva hoje - há muito mais incluído no lançamento de hoje. Dentre estas melhorias posso citar novas capacidades para Virtual Private Networking (Redes Privadas Virtuais), novo runtime do Service Bus e respectivas ferramentas de suporte, o preview público dos novos Azure Media Services, novos Data Centers, upgrade significante para o hardware de armazenamento e rede, SQL Reporting Services, novos recursos de Identidade, suporte para mais de 40 novos países e territórios, e muito, muito mais. Você pode aprender mais sobre a Windows Azure e se cadastrar para experimentá-la gratuitamente em http://windowsazure.com.  Você também pode assistir a uma apresentação ao vivo que estarei realizando às 1pm PDT (17:00Hs de Brasília), hoje 7 de Junho (hoje mais tarde), onde eu vou passar por todos os novos recursos. Estaremos abrindo as novas funcionalidades as quais me referi acima para uso público poucas horas após o término da apresentação. Nós estamos realmente animados para ver as grandes aplicações que você construirá com estes novos recursos. Espero que ajude, - Scott   Texto traduzido do post original por Leniel Macaferi.

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  • how to get Geo::Coder::Many with cpan?

    - by mnemonic
    Ubuntu is installed for development of a Perl project. aptitude search Geo-Coder i libgeo-coder-googlev3-perl - Perl module providing access to Google Map Aptitude does not refer to Geo::Coder::Many cpan can not build it. sudo cpan Geo::Coder::Many Then: CPAN: Storable loaded ok (v2.27) Going to read '/home/jh/.cpan/Metadata' Database was generated on Wed, 16 Oct 2013 06:17:04 GMT Running install for module 'Geo::Coder::Many' Running make for K/KA/KAORU/Geo-Coder-Many-0.42.tar.gz CPAN: Digest::SHA loaded ok (v5.61) CPAN: Compress::Zlib loaded ok (v2.033) Checksum for /home/jh/.cpan/sources/authors/id/K/KA/KAORU/Geo-Coder-Many-0.42.tar.gz ok CPAN: File::Temp loaded ok (v0.22) CPAN: Parse::CPAN::Meta loaded ok (v1.4401) CPAN: CPAN::Meta loaded ok (v2.110440) CPAN: Module::CoreList loaded ok (v2.49_02) CPAN: Module::Build loaded ok (v0.38) CPAN.pm: Going to build K/KA/KAORU/Geo-Coder-Many-0.42.tar.gz Can't locate Geo/Coder/Many/Google.pm in @INC (@INC contains: /etc/perl /usr/local/lib/perl/5.14.2 /usr/local/share/perl/5.14.2 /usr/lib/perl5 /usr/share/perl5 /usr/lib/perl/5.14 /usr/share/perl/5.14 /usr/local/lib/site_perl .) at /usr/share/perl/5.14/Module/Load.pm line 27. Can't locate Geo/Coder/Many/Google in @INC (@INC contains: /etc/perl /usr/local/lib/perl/5.14.2 /usr/local/share/perl/5.14.2 /usr/lib/perl5 /usr/share/perl5 /usr/lib/perl/5.14 /usr/share/perl/5.14 /usr/local/lib/site_perl .) at /usr/share/perl/5.14/Module/Load.pm line 27. BEGIN failed--compilation aborted at Build.PL line 54. Warning: No success on command[/usr/bin/perl Build.PL --installdirs site] CPAN: YAML loaded ok (v0.77) KAORU/Geo-Coder-Many-0.42.tar.gz /usr/bin/perl Build.PL --installdirs site -- NOT OK Running Build test Make had some problems, won't test Running Build install Make had some problems, won't install Could not read metadata file. Falling back to other methods to determine prerequisites Any suggestions how to resolve this issue?

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  • ASP.NET MVC, Web API, Razor, e Open Source (Código Aberto)

    - by Leniel Macaferi
    A Microsoft tornou o código fonte da ASP.NET MVC disponível sob uma licença open source (de código aberto) desde a primeira versão V1. Nós também integramos uma série de grandes tecnologias de código aberto no produto, e agora entregamos jQuery, jQuery UI, jQuery Mobile, jQuery Validation, Modernizr.js, NuGet, Knockout.js e JSON.NET como parte integrante dos lançamentos da ASP.NET MVC. Estou muito animado para anunciar hoje que também iremos liberar o código fonte da ASP.NET Web API e ASP.NET Web Pages (também conhecido como Razor) sob uma licença open source (Apache 2.0), e que iremos aumentar a transparência do desenvolvimento de todos os três projetos hospedando seus repositórios de código no CodePlex (usando o novo suporte ao Git anunciado na semana passada - em Inglês). Isso permitirá um modelo de desenvolvimento mais aberto, onde toda a comunidade será capaz de participar e fornecer feedback nos checkins (envios de código), corrigir bugs, desenvolver novos recursos, e construir e testar os produtos diariamente usando a versão do código-fonte e testes mais atualizada possível. Nós também pela primeira vez permitiremos que os desenvolvedores de fora da Microsoft enviem correções e contribuições de código que a equipe de desenvolvimento da Microsoft irá rever para potencial inclusão nos produtos. Nós anunciamos uma abordagem de desenvolvimento semelhantemente aberta com o Windows Azure SDK em Dezembro passado, e achamos que essa abordagem é um ótimo caminho para estreitar as relações, pois permite um excelente ciclo de feedback com os desenvolvedores - e, finalmente, permite a entrega de produtos ainda melhores, como resultado. Muito importante - ASP.NET MVC, Web API e o Razor continuarão a ser totalmente produtos suportados pela Microsoft que são lançados tanto independentemente, bem como parte do Visual Studio (exatamente da mesma maneira como é feito hoje em dia). Eles também continuarão a ser desenvolvidos pelos mesmos desenvolvedores da Microsoft que os constroem hoje (na verdade, temos agora muito mais desenvolvedores da Microsoft trabalhando na equipe da ASP.NET). Nosso objetivo com o anúncio de hoje é aumentar ainda mais o ciclo de feedback/retorno sobre os produtos, para nos permitir oferecer produtos ainda melhores. Estamos realmente entusiasmados com as melhorias que isso trará. Saiba mais Agora você pode navegar, sincronizar e construir a árvore de código fonte da ASP.NET MVC, Web API, e Razor através do website http://aspnetwebstack.codeplex.com.  O repositório Git atual no site refere-se à árvore de desenvolvimento do marco RC (release candidate/candidata a lançamento) na qual equipe vem trabalhando nas últimas semanas, e esta mesma árvore contém ambos o código fonte e os testes, e pode ser construída e testada por qualquer pessoa. Devido aos binários produzidos serem bin-deployable (DLLs instaladas diretamente na pasta bin sem demais dependências), isto permite a você compilar seus próprios builds e experimentar as atualizações do produto, tão logo elas sejam adicionadas no repositório. Agora você também pode contribuir diretamente para o desenvolvimento dos produtos através da revisão e envio de feedback sobre os checkins de código, enviando bugs e ajudando-nos a verificar as correções tão logo elas sejam enviadas para o repositório, sugerindo e dando feedback sobre os novos recursos enquanto eles são implementados, bem como enviando suas próprias correções ou contribuições de código. Note que todas as submissões de código serão rigorosamente analisadas ??e testadas pelo Time da ASP.NET MVC, e apenas aquelas que atenderem a um padrão elevado de qualidade e adequação ao roadmap (roteiro) definido para as próximas versões serão incorporadas ao código fonte do produto. Sumário Todos nós da equipe estamos realmente entusiasmados com o anúncio de hoje - isto é algo no qual nós estivemos trabalhando por muitos anos. O estreitamento no relacionamento entre a comunidade e os desenvolvedores nos permitirá construir produtos ainda melhores levando a ASP.NET para o próximo nível em termos de inovação e foco no cliente. Obrigado! Scott P.S. Além do blog, eu uso o Twitter para disponibilizar posts rápidos e para compartilhar links. Meu apelido no Twitter é: @scottgu Texto traduzido do post original por Leniel Macaferi.

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  • Dicas do C# 4 consumindo uma DLL da Daruma com o mestre Claudenir

    - by renatohaddad
    Olá pessoal, recentemente tive o prazer de compartilhar o conhecimento com o time de desenvolvedores da Daruma e o Claudenir me convidou para gravar este vídeo mostrando como usar alguns recursos de parâmetros opcionais e expressões Lammmmmmbda no C# 4.O código contou com a presença do Felipe, da equipe da Daruma, o qual me mostrou quais métodos poderiamos consumir. Como não conheço nada da DLLs deles, o Felipe indicou quais poderíamos consumir retornando dados, então montamos uma coleção com Genérics e aplicamos lambda para extrair infos.Confira o vídeo em http://www.youtube.com/darumadeveloper#p/u/0/Ps2ddDYhkPUAbração.

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  • Reminder: Benefícios da Virtualização para ISVs - 14/Dez/10, Porto

    - by Paulo Folgado
    Esta formação aborda as principais dificuldades com que os Independent Software Vendors (ISVs) se confrontam quando têm de escolher as plataformas sobre as quais irão certificar, instalar e suportar as suas aplicações, e como o Oracle VM (e o Oracle Enterprise Linux) os podem ajudar a ultrapassar essas dificuldades. O modelo de negócio clássico de um ISV - desenvolver uma solução aplicacional para resolver um determinado problema de negócio, analizar o mercado para determinar quais os sistemas operativos e o hardware que os clientes do seu mercado alvo usam, e decidir suportar as plataformas hardware e software que 80% dos seus clientes do seu mercado alvo usam (e tratar como excepções outras configurações que lhe sejam solicitadas por alguns clientes importantes) - funcionou bem no anos 80 e princípios dos anos 90, quando havia uma menor diversidade de plataformas. Contudo, com o aparecimentos nos últimos anos de múltiplas versões de sistemas operativos e de "sabores" Linux, este modelo começou a tornar-se um pesadelo. Cada cliente tem a sua plataforma de eleição e espera dos ISV que suportem essas suas opções, o que constitui um sorvedouro dos recursos e dos custos dos ISVs. As tecnologias de virtualização da Oracle, ao permitirem "simular" uma determinada configuração de hardware, fazendo com que o sistema operativo "pense" que está correr numa configuração de hardware pré-definida e normalizada, na qual correm as aplicações, constituem um veículo excelente para os ISVs que procuram uma solução simples, fácil de instalar e fácil de suportar para instalação das suas aplicações, permitindo obter grandes economias de custos em termos de desenvolvimento, teste e suporte dessas aplicações. Quem deve assistir? Esta formação dirige-se sobretudo a quem que tomar decisões sobre as plataformas tecnológicas que o ISV tem de suportar, assim como a quem lida com a estrutura de custos da suas operações, com uma visão dos custos associados ao desenvolvimento, certificação, instalação e suporte de múltiplas plataformas. Se quer saber mais sobre o Oracle VM e como ele pode ajudar a reduzir drasticamente os sues custos, não perca esta formação. AGENDA: 09:00 Welcome & Introduction  ISV Partner View... Why Use Virtualization?   The ISV Deployment Dilemma: The Problem of Supporting Multiple Platforms  How can Virtualization Help?  The use of Templates What is a Template?  How are Templates Created?  Customer's Point of View  Assembly Builder  Weblogic Virtual Edition Managing Oracle VM Best Practices for Virtualizing Oracle Database 11g  Managing Virtual Environments  Coffee Break   Oracle Complete and Integrated Virtualization Portfolio From Datacenter to Desktop  The Next Generation Virtualization  Private Cloud with Middleware Virtualization  Benefits of Using Oracle VM (and Oracle Enterprise Linux) Support Advantages  Production Ready Virtual Machines  Licensing Terms  Partner Resources and OPN Benefits  12:45 Q&A and Wrap-up  Data: 14 de Dezembro - 09h00 / 13h00Local: Oracle Portugal, Av. da Boavista, 1837- Edifício Burgo - Escritório 13.4, 4100-133 PORTO Audiência: Responsáveis de Desenvolvimento, de Tecnologia e Serviços dos parceiros ISV da Oracle Formação realizada pela Altimate

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  • Programming Pearls (2nd Edition) vs More Programming Pearls: Confessions of a Coder [closed]

    - by Geek
    I have been reading very good reviews of the books by Jon Bentley : Programming Pearls (2nd Edition) More Programming Pearls: Confessions of a Coder. I know that these books have been out there for a long time and I feel bad that I haven't read either one . But it is always better late than never . I understand that the second one was written after the first one . So are these two books complementary to each other ? Do the second one assume that the reader has read the first one ? For some one who haven't read either which one would you propose to read up first ?

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  • Red Gate Coder interviews: Robin Hellen

    - by Michael Williamson
    Robin Hellen is a test engineer here at Red Gate, and is also the latest coder I’ve interviewed. We chatted about debugging code, the roles of software engineers and testers, and why Vala is currently his favourite programming language. How did you get started with programming?It started when I was about six. My dad’s a professional programmer, and he gave me and my sister one of his old computers and taught us a bit about programming. It was an old Amiga 500 with a variant of BASIC. I don’t think I ever successfully completed anything! It was just faffing around. I didn’t really get anywhere with it.But then presumably you did get somewhere with it at some point.At some point. The PC emerged as the dominant platform, and I learnt a bit of Visual Basic. I didn’t really do much, just a couple of quick hacky things. A bit of demo animation. Took me a long time to get anywhere with programming, really.When did you feel like you did start to get somewhere?I think it was when I started doing things for someone else, which was my sister’s final year of university project. She called up my dad two days before she was due to submit, saying “We need something to display a graph!”. Dad says, “I’m too busy, go talk to your brother”. So I hacked up this ugly piece of code, sent it off and they won a prize for that project. Apparently, the graph, the bit that I wrote, was the reason they won a prize! That was when I first felt that I’d actually done something that was worthwhile. That was my first real bit of code, and the ugliest code I’ve ever written. It’s basically an array of pre-drawn line elements that I shifted round the screen to draw a very spikey graph.When did you decide that programming might actually be something that you wanted to do as a career?It’s not really a decision I took, I always wanted to do something with computers. And I had to take a gap year for uni, so I was looking for twelve month internships. I applied to Red Gate, and they gave me a job as a tester. And that’s where I really started having to write code well. To a better standard that I had been up to that point.How did you find coming to Red Gate and working with other coders?I thought it was really nice. I learnt so much just from other people around. I think one of the things that’s really great is that people are just willing to help you learn. Instead of “Don’t you know that, you’re so stupid”, it’s “You can just do it this way”.If you could go back to the very start of that internship, is there something that you would tell yourself?Write shorter code. I have a tendency to write massive, many-thousand line files that I break out of right at the end. And then half-way through a project I’m doing something, I think “Where did I write that bit that does that thing?”, and it’s almost impossible to find. I wrote some horrendous code when I started. Just that principle, just keep things short. Even if looks a bit crazy to be jumping around all over the place all of the time, it’s actually a lot more understandable.And how do you hold yourself to that?Generally, if a function’s going off my screen, it’s probably too long. That’s what I tell myself, and within the team here we have code reviews, so the guys I’m with at the moment are pretty good at pulling me up on, “Doesn’t that look like it’s getting a bit long?”. It’s more just the subjective standard of readability than anything.So you’re an advocate of code review?Yes, definitely. Both to spot errors that you might have made, and to improve your knowledge. The person you’re reviewing will say “Oh, you could have done it that way”. That’s how we learn, by talking to others, and also just sharing knowledge of how your project works around the team, or even outside the team. Definitely a very firm advocate of code reviews.Do you think there’s more we could do with them?I don’t know. We’re struggling with how to add them as part of the process without it becoming too cumbersome. We’ve experimented with a few different ways, and we’ve not found anything that just works.To get more into the nitty gritty: how do you like to debug code?The first thing is to do it in my head. I’ll actually think what piece of code is likely to have caused that error, and take a quick look at it, just to see if there’s anything glaringly obvious there. The next thing I’ll probably do is throw in print statements, or throw some exceptions from various points, just to check: is it going through the code path I expect it to? A last resort is to actually debug code using a debugger.Why is the debugger the last resort?Probably because of the environments I learnt programming in. VB and early BASIC didn’t have much of a debugger, the only way to find out what your program was doing was to add print statements. Also, because a lot of the stuff I tend to work with is non-interactive, if it’s something that takes a long time to run, I can throw in the print statements, set a run off, go and do something else, and look at it again later, rather than trying to remember what happened at that point when I was debugging through it. So it also gives me the record of what happens. I hate just sitting there pressing F5, F5, continually. If you’re having to find out what your code is doing at each line, you’ve probably got a very wrong mental model of what your code’s doing, and you can find that out just as easily by inspecting a couple of values through the print statements.If I were on some codebase that you were also working on, what should I do to make it as easy as possible to understand?I’d say short and well-named methods. The one thing I like to do when I’m looking at code is to find out where a value comes from, and the more layers of indirection there are, particularly DI [dependency injection] frameworks, the harder it is to find out where something’s come from. I really hate that. I want to know if the value come from the user here or is a constant here, and if I can’t find that out, that makes code very hard to understand for me.As a tester, where do you think the split should lie between software engineers and testers?I think the split is less on areas of the code you write and more what you’re designing and creating. The developers put a structure on the code, while my major role is to say which tests we should have, whether we should test that, or it’s not worth testing that because it’s a tiny function in code that nobody’s ever actually going to see. So it’s not a split in the code, it’s a split in what you’re thinking about. Saying what code we should write, but alternatively what code we should take out.In your experience, do the software engineers tend to do much testing themselves?They tend to control the lowest layer of tests. And, depending on how the balance of people is in the team, they might write some of the higher levels of test. Or that might go to the testers. I’m the only tester on my team with three other developers, so they’ll be writing quite a lot of the actual test code, with input from me as to whether we should test that functionality, whereas on other teams, where it’s been more equal numbers, the testers have written pretty much all of the high level tests, just because that’s the best use of resource.If you could shuffle resources around however you liked, do you think that the developers should be writing those high-level tests?I think they should be writing them occasionally. It helps when they have an understanding of how testing code works and possibly what assumptions we’ve made in tests, and they can say “actually, it doesn’t work like that under the hood so you’ve missed this whole area”. It’s one of those agile things that everyone on the team should be at least comfortable doing the various jobs. So if the developers can write test code then I think that’s a very good thing.So you think testers should be able to write production code?Yes, although given most testers skills at coding, I wouldn’t advise it too much! I have written a few things, and I did make a few changes that have actually gone into our production code base. They’re not necessarily running every time but they are there. I think having that mix of skill sets is really useful. In some ways we’re using our own product to test itself, so being able to make those changes where it’s not working saves me a round-trip through the developers. It can be really annoying if the developers have no time to make a change, and I can’t touch the code.If the software engineers are consistently writing tests at all levels, what role do you think the role of a tester is?I think on a team like that, those distinctions aren’t quite so useful. There’ll be two cases. There’s either the case where the developers think they’ve written good tests, but you still need someone with a test engineer mind-set to go through the tests and validate that it’s a useful set, or the correct set for that code. Or they won’t actually be pure developers, they’ll have that mix of test ability in there.I think having slightly more distinct roles is useful. When it starts to blur, then you lose that view of the tests as a whole. The tester job is not to create tests, it’s to validate the quality of the product, and you don’t do that just by writing tests. There’s more things you’ve got to keep in your mind. And I think when you blur the roles, you start to lose that end of the tester.So because you’re working on those features, you lose that holistic view of the whole system?Yeah, and anyone who’s worked on the feature shouldn’t be testing it. You always need to have it tested it by someone who didn’t write it. Otherwise you’re a bit too close and you assume “yes, people will only use it that way”, but the tester will come along and go “how do people use this? How would our most idiotic user use this?”. I might not test that because it might be completely irrelevant. But it’s coming in and trying to have a different set of assumptions.Are you a believer that it should all be automated if possible?Not entirely. So an automated test is always better than a manual test for the long-term, but there’s still nothing that beats a human sitting in front of the application and thinking “What could I do at this point?”. The automated test is very good but they follow that strict path, and they never check anything off the path. The human tester will look at things that they weren’t expecting, whereas the automated test can only ever go “Is that value correct?” in many respects, and it won’t notice that on the other side of the screen you’re showing something completely wrong. And that value might have been checked independently, but you always find a few odd interactions when you’re going through something manually, and you always need to go through something manually to start with anyway, otherwise you won’t know where the important bits to write your automation are.When you’re doing that manual testing, do you think it’s important to do that across the entire product, or just the bits that you’ve touched recently?I think it’s important to do it mostly on the bits you’ve touched, but you can’t ignore the rest of the product. Unless you’re dealing with a very, very self-contained bit, you’re almost always encounter other bits of the product along the way. Most testers I know, even if they are looking at just one path, they’ll keep open and move around a bit anyway, just because they want to find something that’s broken. If we find that your path is right, we’ll go out and hunt something else.How do you think this fits into the idea of continuously deploying, so long as the tests pass?With deploying a website it’s a bit different because you can always pull it back. If you’re deploying an application to customers, when you’ve released it, it’s out there, you can’t pull it back. Someone’s going to keep it, no matter how hard you try there will be a few installations that stay around. So I’d always have at least a human element on that path. With websites, you could probably automate straight out, or at least straight out to an internal environment or a single server in a cloud of fifty that will serve some people. But I don’t think you should release to everyone just on automated tests passing.You’ve already mentioned using BASIC and C# — are there any other languages that you’ve used?I’ve used a few. That’s something that has changed more recently, I’ve become familiar with more languages. Before I started at Red Gate I learnt a bit of C. Then last year, I taught myself Python which I actually really enjoyed using. I’ve also come across another language called Vala, which is sort of a C#-like language. It’s basically a pre-processor for C, but it has very nice syntax. I think that’s currently my favourite language.Any particular reason for trying Vala?I have a completely Linux environment at home, and I’ve been looking for a nice language, and C# just doesn’t cut it because I won’t touch Mono. So, I was looking for something like C# but that was useable in an open source environment, and Vala’s what I found. C#’s got a few features that Vala doesn’t, and Vala’s got a few features where I think “It would be awesome if C# had that”.What are some of the features that it’s missing?Extension methods. And I think that’s the only one that really bugs me. I like to use them when I’m writing C# because it makes some things really easy, especially with libraries that you can’t touch the internals of. It doesn’t have method overloading, which is sometimes annoying.Where it does win over C#?Everything is non-nullable by default, you never have to check that something’s unexpectedly null.Also, Vala has code contracts. This is starting to come in C# 4, but the way it works in Vala is that you specify requirements in short phrases as part of your function signature and they stick to the signature, so that when you inherit it, it has exactly the same code contract as the base one, or when you inherit from an interface, you have to match the signature exactly. Just using those makes you think a bit more about how you’re writing your method, it’s not an afterthought when you’ve got contracts from base classes given to you, you can’t change it. Which I think is a lot nicer than the way C# handles it. When are those actually checked?They’re checked both at compile and run-time. The compile-time checking isn’t very strong yet, it’s quite a new feature in the compiler, and because it compiles down to C, you can write C code and interface with your methods, so you can bypass that compile-time check anyway. So there’s an extra runtime check, and if you violate one of the contracts at runtime, it’s game over for your program, there’s no exception to catch, it’s just goodbye!One thing I dislike about C# is the exceptions. You write a bit of code and fifty exceptions could come from any point in your ten lines, and you can’t mentally model how those exceptions are going to come out, and you can’t even predict them based on the functions you’re calling, because if you’ve accidentally got a derived class there instead of a base class, that can throw a completely different set of exceptions. So I’ve got no way of mentally modelling those, whereas in Vala they’re checked like Java, so you know only these exceptions can come out. You know in advance the error conditions.I think Raymond Chen on Old New Thing says “the only thing you know when you throw an exception is that you’re in an invalid state somewhere in your program, so just kill it and be done with it!”You said you’ve also learnt bits of Python. How did you find that compared to Vala and C#?Very different because of the dynamic typing. I’ve been writing a website for my own use. I’m quite into photography, so I take photos off my camera, post-process them, dump them in a file, and I get a webpage with all my thumbnails. So sort of like Picassa, but written by myself because I wanted something to learn Python with. There are some things that are really nice, I just found it really difficult to cope with the fact that I’m not quite sure what this object type that I’m passed is, I might not ever be sure, so it can randomly blow up on me. But once I train myself to ignore that and just say “well, I’m fairly sure it’s going to be something that looks like this, so I’ll use it like this”, then it’s quite nice.Any particular features that you’ve appreciated?I don’t like any particular feature, it’s just very straightforward to work with. It’s very quick to write something in, particularly as you don’t have to worry that you’ve changed something that affects a different part of the program. If you have, then that part blows up, but I can get this part working right now.If you were doing a big project, would you be willing to do it in Python rather than C# or Vala?I think I might be willing to try something bigger or long term with Python. We’re currently doing an ASP.NET MVC project on C#, and I don’t like the amount of reflection. There’s a lot of magic that pulls values out, and it’s all done under the scenes. It’s almost managed to put a dynamic type system on top of C#, which in many ways destroys the language to me, whereas if you’re already in a dynamic language, having things done dynamically is much more natural. In many ways, you get the worst of both worlds. I think for web projects, I would go with Python again, whereas for anything desktop, command-line or GUI-based, I’d probably go for C# or Vala, depending on what environment I’m in.It’s the fact that you can gain from the strong typing in ways that you can’t so much on the web app. Or, in a web app, you have to use dynamic typing at some point, or you have to write a hell of a lot of boilerplate, and I’d rather use the dynamic typing than write the boilerplate.What do you think separates great programmers from everyone else?Probably design choices. Choosing to write it a piece of code one way or another. For any given program you ask me to write, I could probably do it five thousand ways. A programmer who is capable will see four or five of them, and choose one of the better ones. The excellent programmer will see the largest proportion and manage to pick the best one very quickly without having to think too much about it. I think that’s probably what separates, is the speed at which they can see what’s the best path to write the program in. More Red Gater Coder interviews

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  • Die “AfterDark Reception” ist wieder da!

    - by A&C Redaktion
    In diesem Jahr erreicht die OPN Exchange “AfterDark” Reception neue Höhen! Denn diesmal findet der exklusive VIP-Event im 5. Stock des Metreon Building in San Francisco statt. Und zwar am Sonntag, 30. September, von 19.30 bis 22 Uhr. Genießen Sie in tollem Ambiente und bei einem Cocktail den sanften Sound von Macy Gray, während Sie den Tag beim Networking ausklingen lassen - mit Blick auf das 2012 live Music Festival. Und das Beste ist: Als Oracle PartnerNetwork Exchange Teilnehmer können Sie exklusiv und kostenlos dabei sein! Begleiten Sie uns, wenn wir die Oracle OpenWorld 2012 mit guten Gesprächen und toller Musik beginnen. Wir sehen uns - nach Sonnenuntergang! Ihr OPN Communications Team

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  • New Communications Industry Data Model with "Factory Installed" Predictive Analytics using Oracle Da

    - by charlie.berger
    Oracle Introduces Oracle Communications Data Model to Provide Actionable Insight for Communications Service Providers   We've integrated pre-installed analytical methodologies with the new Oracle Communications Data Model to deliver automated, simple, yet powerful predictive analytics solutions for customers.  Churn, sentiment analysis, identifying customer segments - all things that can be anticipated and hence, preconcieved and implemented inside an applications.  Read on for more information! TM Forum Management World, Nice, France - 18 May 2010 News Facts To help communications service providers (CSPs) manage and analyze rapidly growing data volumes cost effectively, Oracle today introduced the Oracle Communications Data Model. With the Oracle Communications Data Model, CSPs can achieve rapid time to value by quickly implementing a standards-based enterprise data warehouse that features communications industry-specific reporting, analytics and data mining. The combination of the Oracle Communications Data Model, Oracle Exadata and the Oracle Business Intelligence (BI) Foundation represents the most comprehensive data warehouse and BI solution for the communications industry. Also announced today, Hong Kong Broadband Network enhanced their data warehouse system, going live on Oracle Communications Data Model in three months. The leading provider increased its subscriber base by 37 percent in six months and reduced customer churn to less than one percent. Product Details Oracle Communications Data Model provides industry-specific schema and embedded analytics that address key areas such as customer management, marketing segmentation, product development and network health. CSPs can efficiently capture and monitor critical data and transform it into actionable information to support development and delivery of next-generation services using: More than 1,300 industry-specific measurements and key performance indicators (KPIs) such as network reliability statistics, provisioning metrics and customer churn propensity. Embedded OLAP cubes for extremely fast dimensional analysis of business information. Embedded data mining models for sophisticated trending and predictive analysis. Support for multiple lines of business, such as cable, mobile, wireline and Internet, which can be easily extended to support future requirements. With Oracle Communications Data Model, CSPs can jump start the implementation of a communications data warehouse in line with communications-industry standards including the TM Forum Information Framework (SID), formerly known as the Shared Information Model. Oracle Communications Data Model is optimized for any Oracle Database 11g platform, including Oracle Exadata, which can improve call data record query performance by 10x or more. Supporting Quotes "Oracle Communications Data Model covers a wide range of business areas that are relevant to modern communications service providers and is a comprehensive solution - with its data model and pre-packaged templates including BI dashboards, KPIs, OLAP cubes and mining models. It helps us save a great deal of time in building and implementing a customized data warehouse and enables us to leverage the advanced analytics quickly and more effectively," said Yasuki Hayashi, executive manager, NTT Comware Corporation. "Data volumes will only continue to grow as communications service providers expand next-generation networks, deploy new services and adopt new business models. They will increasingly need efficient, reliable data warehouses to capture key insights on data such as customer value, network value and churn probability. With the Oracle Communications Data Model, Oracle has demonstrated its commitment to meeting these needs by delivering data warehouse tools designed to fill communications industry-specific needs," said Elisabeth Rainge, program director, Network Software, IDC. "The TM Forum Conformance Mark provides reassurance to customers seeking standards-based, and therefore, cost-effective and flexible solutions. TM Forum is extremely pleased to work with Oracle to certify its Oracle Communications Data Model solution. Upon successful completion, this certification will represent the broadest and most complete implementation of the TM Forum Information Framework to date, with more than 130 aggregate business entities," said Keith Willetts, chairman and chief executive officer, TM Forum. Supporting Resources Oracle Communications Oracle Communications Data Model Data Sheet Oracle Communications Data Model Podcast Oracle Data Warehousing Oracle Communications on YouTube Oracle Communications on Delicious Oracle Communications on Facebook Oracle Communications on Twitter Oracle Communications on LinkedIn Oracle Database on Twitter The Data Warehouse Insider Blog

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  • What do you do with coder's block?

    - by Garet Claborn
    Lately it has been a bit rough. I basically know all the things I need and all the avenues to get there for work. There's been no real issue of a problem with too high complexity, and performance is good. Still, after three major projects this year, my mind is behaving a little strange. It's like I'm used to working in O(1+log(N-neatTricks)) but for some reason it processes in O(N^2)! I've experienced a sort of burnout after long deadlines and drudging projects before, but when it turns into a longer experience, I haven't found the usual suspects to be helpful. Take more walks Work on other code Overdesign everything until I feel intensely driven to just make it (sorta works) How can a programmer recoup from the specific hole in your head programming leaves after being mentally ransacked by these bloody corporations and their fancy money? Hopefully some of you have some better ideas, because I could really use another round of being looted and pillaged.I've often wondered if there are special puzzles or some kind of activity that would de-stress the tangled balance of left and right braininess programmers often deal with. Do any special techniques, activities, anything seem to help with the developer's mindset especially?

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  • Neuste Version zum Download: Apex 4.2 ist da!

    - by britta wolf
    Seit dem 12. Oktober 2012 steht APEX 4.2 zum Download bereit. Schnell installieren..... und dann gleich die neuen Features ausprobieren, z.B. das einfache, deklarative Erstellen von APEX-Anwendungen für mobile Endgeräte oder HTML5-Diagramme. Aber auch darüber hinaus gibt es weitere Neuerungen.: so wurde zum Beispiel der Excel-Upload für den Endanwender verbessert. Ausserdem kann man nun 200 (anstelle von 100) Elemente auf eine Seite setzen.

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  • APEX 4.2 Early Adopter ist da!

    - by carstenczarski
    Gentlemen ... start your engines .... Es ist wieder soweit: Das Early Adopter Release von APEX 4.2 ist zum Testen auf apexea.oracle.com  freigegeben. Workspaces gibt es wie immer kostenlos für alle interessierten Tester. Nach dem Login können Sie die neuen Features gleich ausprobieren - allen voran das einfache, deklarative Erstellen von APEX-Anwendungen für mobile Endgeräte oder HTML5-Diagramme. Aber auch darüber hinaus gibt es zahlreiche neue Dinge - mit Verbesserungen beim Excel-Upload für den Endanwender oder der Möglichkeit nun 200 (anstelle von 100) Elemente auf eine Seite zu setzen, seien nur zwei genannt. Ein Community Tipp mit detaillierterten Erklärungen der neuen Features folgt in Kürze - bleiben Sie dran und vergessen Sie nicht, sich gleich bei apexea.oracle.com  anzumelden.

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  • first install for windows eight.....da beta

    - by raysmithequip
    The W8 preview is now installed and I am enjoying it.  I remember the learning curve of my first unix machine back in the eighties, this ain't that.It is normal for me to do the first os install with a keyboard and low end monitor...you never know what you'll encounter out in the field.  The OS took like a fish to water.  I used a low end INTEL motherboard dp55w I gathered on the cheap, an 1157 i5 from the used bin a pair of 6 gig ddr3 sticks, a rosewell 550 watt power supply a cheap used twenty buck sub 200g wd sata drive, a half working dvd burner and an asus fanless nvidia vid card, not a great one but Sub 50.00 on newey eggey...I did have to hunt the ms forums for a key and of course to activate the thing, if dos would of needed this outmoded ritual, we would still be on cpm and osborne would be a household name, of course little do people know that this ritual was common as far back as the seventies on att unix installs....not, but it was possible, I used to joke about when I ran a bbs, what hell would of been wrought had dos 3.2 machines been required to dial into my bbs to send fido mail to ms and wait for an acknowledgement.  All in all the thing was pushing a seven on the ms richter scale, not including the vid card, sadly it came in at just a tad over three....I wanted to evaluate it for a possible replacement on critical machines that in the past went down due to a vid card fan failure....you have no idea what a customer thinks when you show them a failed vid card fan..."you mean that little plastic piece of junk caused all this!!??!!!"...yea man.  Some production machines don't need any sort of vid, I will at least keep it on the maybe list for those, MTBF is a very important factor, some big box stores should put percentage of failure rate within 24 month estimates on the outside of the carton for sure.  And a warning that the power supplies are already at their limit.  Let's face it, today even 550w can be iffy.A few neat eye candy improvements over the earlier windows is nice, the metro screen is nice, anyone who has used a newer phone recently will intuitively drag their fingers across the screen....lot of good that was with no mouse or touch screen though.  Lucky me, I have been using windows since day one, I still have a copy of win 2.0 (and every other version) for no good reason.  Still the old ix collection of disks is much larger, recompiling any kernal is another silly ritual, same machine, different day, same recompile...argh. Rh is my all time fav, mandrake was always missing something, like it rewrote the init file or something, novell is ok as long as you stay on the beaten path and of course ubuntu normally recompiles with the same errors consistantly....makes life easy that way....no errors on windows eight, just a screen that did not match the installed hardware, natuarally I alt tabbed right out of it, then hit the flag key to find the start menu....no start button. I miss the start button already. Keyboard cowboy funnin and I was browsing the harddrive, nothing stunning there, I like that, means I can find stuff. Only I can't find what I want, the start button....the start menu is that first screen for touch tablets. No biggie for useruser, that is where they will want to be, I can see that. Admins won't want to be there, it is easy enough to get the control panel a bazzilion other ways though, just not the start button. (see a pattern here?). Personally, from the keyboard I find it fun to hit the carets along the location bar at the top of the explorer screen with tabs and arrows and choose SHOW ALL CONTROL PANEL ITEMS, or thereabouts. Bottom line, I love seven and I'll love eight even more!...very happy I did not have to follow the normal rule of thumb (a customer watching me build a system and asking questions said "oh I get it, so every piece you put in there is basically a hundred bucks, right?)...ok, sure, pretty much, more or less, well, ya dude.  It will be WAY past october till I get a real touch screen but I did pick up a pair of cheap tatungs so I can try the NEW main start screen, I parse a lot of folders and have a vision of how a pair of touch screens will be easier than landing a rover on mars.  Ok.  fine, they are way smallish, and I don't expect multitouch to work but we are talking a few percent of a new 21 inch viewsonic touch screen.  Will this OS be a game changer?  I don't know.  Bottom line with all the pads and droids in the world, it is more of a catch up move at first glance.  Not something ms is used to.  An app store?  I can see ms's motivation, the others have it.  I gather there will not be gadgets there, go ahead and see what ms did  to the once populated gadget page...go ahead, google gadgets and take a gander, used to hundreds of gadgets, they are already gone.  They replaced gadgets?  sort of, I'll drop that, it's a bit of a sore point for me.  More of interest was what happened when I downloaded stuff off codeplex and some other normal programs that I like, like orbitron, top o' my list!!...cardware it is...anyways, click on the exe, get a screen, normal for windows, this one indicated that I was not running a normal windows program and had a button for  exit the install, naw, I hit details, a hidden run program anyways came into view....great, my path to the normal windows has detected a program tha.....yea ok, acl is on, fine, moving along I got orbitron installed in record time and was tracking the iss on the newest Microsoft OS, beta of course, felt like the first time I setup bsd all those year ago...FUN!!...I suppose I gotta start to think about budgeting for the real os when it comes out in october, by then I should have a rasberry pi and be done with fedora remixed.  Of course that sounds like fun too!!  I would use this OS on a tablet or phone.  I don't like the idea of being hearded to an app store, don't like that on anything, we are americans and want real choices not marketed hype, lest you are younger with opm (other peoples money).   This os would be neat on a zune, but I suspect the zune is a gonner, I am rooting for microsoft, after all their default password is not admin anymore, nor alpine,  it's blank. Others force a password, my first fawn password was so long I could not even log into it with the password in front of me, who the heck uses %$# anyways, and if I was writing a brute force attack what the heck kinda impasse is that anyways at .00001 microseconds of a code execution cycle (just a non qualified number, not a real clock speed)....AI is where it will be before too long, MS is on that path, perhaps soon someone will sit down and write an app for the kinect that watches your eyes while you scan the new main start screen, clicking on the big E icon when you blink.....boy is that going to be fun!!!! sure. Blink,dammit,blink,dammit...... OPM no doubt.I like windows eight, we are moving forwards, better keep a close eye on ubuntu.  The real clinch comes when open source becomes paid source......don't blink, I already see plenty of very expensive 'ix apps, some even in app stores already.  more to come.......

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  • Aktuell: Oracle Enterprise Manager 12c Release 4 ist da

    - by Ralf Durben (DBA Community)
    Ein neues Release für Oracle Enterprise Manager Cloud Control ist verfügbar. Es ist das Release 4, oder genauer die Version 12.1.0.4. Der Download steht für alle unterstützten Plattformen seit dem 03.06.2014 auf OTN zur Verfügung.Natürlich gibt es viele Neuerungen, daher können hier nur wenige aufgezählt werden: - Als Repository Datenbank wird jetzt auch die Datenbankversion 12c (als Non-CDB) unterstützt - Das Sicherheitsmodell für zusammengefasste Zieltypen (z.B. Gruppen) wurde geändert. Jetzt kann man Rechte auf die Member einer Grupper vergeben, ohne dass das gleiche Recht auf die Gruppe selbst vergeben werden müsste - Default Preferred Credentials stellen sicher, dass neue EM Benutzer auch ohne weitere Konfiguration arbeiten können - Der Bereich Cloud Management, also der Betrieb einer eigenen Cloud wurde stark weiterentwickelt. - Im Datenbankbereich können die AWR Daten der einzelnen Zieldatenbanken jetzt in ein zentrales AWR Warehouse übertragen und somit besser für längere Zeit gespeichert werden. Details zum neuen Release werden in Kürze hier in dieser Community besprochen.

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  • Oracle12c ist da: Neue Features für Entwicker

    - by Carsten Czarski
    Das Warten hat ein Ende. Oracle12c Release 1 steht zum Download bereit. Oracle12c bringt eine Reihe neuer Funktionen für SQL, PL/SQL und APEX Entwickler mit. Mit SQL Pattern Matching, Identify Columns, Code Based Security seien nur drei Beispiele genannt. In unserem aktuellen Community Tipp stellen wir 12 neue Features für Entwickler vor - erfahren Sie, wie Sie mit Oracle12c noch schneller und effizienter entwickeln können. Automatische Sequences und Identity Columns SQL und PL/SQL: Erweiterungen und Verbesserungen PL/SQL: Rechte, Rollen und mehr Oracle Multitenant und APEX SQL Pattern Matching Wann ist die Zeile gültig: Valid Time Temporal : Bei den Kollegen der DBA Community finden Sie entsprechend eine Übersicht mit den für Administratoren und den Datenbankbetrieb interessanten Neuerungen.

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  • APEX 4.2 ist da!

    - by carstenczarski
    Seit dem 12. Oktober 2012 steht APEX 4.2 zum Download bereit. Nach der Installation, die wie immer, mit dem Skript apexins durchgeführt wird, können Sie gleich mit dem Ausprobieren der neuen Features beginnen - allen voran das einfache, deklarative Erstellen von APEX-Anwendungen für mobile Endgeräte oder HTML5-Diagramme. Aber auch darüber hinaus gibt es zahlreiche neue Dinge - mit Verbesserungen beim Excel-Upload für den Endanwender oder der Möglichkeit nun 200 (anstelle von 100) Elemente auf eine Seite zu setzen, seien nur zwei genannt.

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  • Novo Suporte para Combinação e Minificação de Arquivos JavaScript e CSS (Série de posts sobre a ASP.NET 4.5)

    - by Leniel Macaferi
    Este é o sexto post de uma série de posts que estou escrevendo sobre a ASP.NET 4.5. Os próximos lançamentos do .NET e Visual Studio incluem vários novos e ótimos recursos e capacidades. Com a ASP.NET 4.5 você vai ver um monte de melhorias realmente emocionantes em formulários da Web ( Web Forms ) e MVC - assim como no núcleo da base de código da ASP.NET, no qual estas tecnologias são baseadas. O post de hoje cobre um pouco do trabalho que estamos realizando para adicionar suporte nativo para combinação e minificação de arquivos JavaScript e CSS dentro da ASP.NET - o que torna mais fácil melhorar o desempenho das aplicações. Este recurso pode ser utilizado por todas as aplicações ASP.NET, incluindo tanto a ASP.NET MVC quanto a ASP.NET Web Forms. Noções básicas sobre Combinação e Minificação Como mais e mais pessoas usando dispositivos móveis para navegar na web, está se tornando cada vez mais importante que os websites e aplicações que construímos tenham um bom desempenho neles. Todos nós já tentamos carregar sites em nossos smartphones - apenas para, eventualmente, desistirmos em meio à frustração porque os mesmos são carregados lentamente através da lenta rede celular. Se o seu site/aplicação carrega lentamente assim, você está provavelmente perdendo clientes em potencial por causa do mau desempenho/performance. Mesmo com máquinas desktop poderosas, o tempo de carregamento do seu site e o desempenho percebido podem contribuir enormemente para a percepção do cliente. A maioria dos websites hoje em dia são construídos com múltiplos arquivos de JavaScript e CSS para separar o código e para manter a base de código coesa. Embora esta seja uma boa prática do ponto de vista de codificação, muitas vezes isso leva a algumas consequências negativas no tocante ao desempenho geral do site. Vários arquivos de JavaScript e CSS requerem múltiplas solicitações HTTP provenientes do navegador - o que pode retardar o tempo de carregamento do site.  Exemplo Simples A seguir eu abri um site local no IE9 e gravei o tráfego da rede usando as ferramentas do desenvolvedor nativas do IE (IE Developer Tools) que podem ser acessadas com a tecla F12. Como mostrado abaixo, o site é composto por 5 arquivos CSS e 4 arquivos JavaScript, os quais o navegador tem que fazer o download. Cada arquivo é solicitado separadamente pelo navegador e retornado pelo servidor, e o processo pode levar uma quantidade significativa de tempo proporcional ao número de arquivos em questão. Combinação A ASP.NET está adicionando um recurso que facilita a "união" ou "combinação" de múltiplos arquivos CSS e JavaScript em menos solicitações HTTP. Isso faz com que o navegador solicite muito menos arquivos, o que por sua vez reduz o tempo que o mesmo leva para buscá-los. A seguir está uma versão atualizada do exemplo mostrado acima, que tira vantagem desta nova funcionalidade de combinação de arquivos (fazendo apenas um pedido para JavaScript e um pedido para CSS): O navegador agora tem que enviar menos solicitações ao servidor. O conteúdo dos arquivos individuais foram combinados/unidos na mesma resposta, mas o conteúdo dos arquivos permanece o mesmo - por isso o tamanho do arquivo geral é exatamente o mesmo de antes da combinação (somando o tamanho dos arquivos separados). Mas note como mesmo em uma máquina de desenvolvimento local (onde a latência da rede entre o navegador e o servidor é mínima), o ato de combinar os arquivos CSS e JavaScript ainda consegue reduzir o tempo de carregamento total da página em quase 20%. Em uma rede lenta a melhora de desempenho seria ainda maior. Minificação A próxima versão da ASP.NET também está adicionando uma nova funcionalidade que facilita reduzir ou "minificar" o tamanho do download do conteúdo. Este é um processo que remove espaços em branco, comentários e outros caracteres desnecessários dos arquivos CSS e JavaScript. O resultado é arquivos menores, que serão enviados e carregados no navegador muito mais rapidamente. O gráfico a seguir mostra o ganho de desempenho que estamos tendo quando os processos de combinação e minificação dos arquivos são usados ??em conjunto: Mesmo no meu computador de desenvolvimento local (onde a latência da rede é mínima), agora temos uma melhoria de desempenho de 40% a partir de onde originalmente começamos. Em redes lentas (e especialmente com clientes internacionais), os ganhos seriam ainda mais significativos. Usando Combinação e Minificação de Arquivos dentro da ASP.NET A próxima versão da ASP.NET torna realmente fácil tirar proveito da combinação e minificação de arquivos dentro de projetos, possibilitando ganhos de desempenho como os que foram mostrados nos cenários acima. A forma como ela faz isso, te permite evitar a execução de ferramentas personalizadas/customizadas, como parte do seu processo de construção da aplicação/website - ao invés disso, a ASP.NET adicionou suporte no tempo de execução/runtime para que você possa executar a combinação/minificação dos arquivos dinamicamente (cacheando os resultados para ter certeza de que a performance seja realmente satisfatória). Isto permite uma experiência de desenvolvimento realmente limpa e torna super fácil começar a tirar proveito destas novas funcionalidades. Vamos supor que temos um projeto simples com 4 arquivos JavaScript e 6 arquivos CSS: Combinando e Minificando os Arquivos CSS Digamos que você queira referenciar em uma página todas as folhas de estilo que estão dentro da pasta "Styles" mostrada acima. Hoje você tem que adicionar múltiplas referências para os arquivos CSS para obter todos eles - o que se traduziria em seis requisições HTTP separadas: O novo recurso de combinação/minificação agora permite que você combine e minifique todos os arquivos CSS da pasta Styles - simplesmente enviando uma solicitação de URL para a pasta (neste caso, "styles"), com um caminho adicional "/css" na URL. Por exemplo:    Isso fará com que a ASP.NET verifique o diretório, combine e minifique os arquivos CSS que estiverem dentro da pasta, e envie uma única resposta HTTP para o navegador com todo o conteúdo CSS. Você não precisa executar nenhuma ferramenta ou pré-processamento para obter esse comportamento. Isso te permite separar de maneira limpa seus estilos em arquivos CSS separados e condizentes com cada funcionalidade da aplicação mantendo uma experiência de desenvolvimento extremamente limpa - e mesmo assim você não terá um impacto negativo de desempenho no tempo de execução da aplicação. O designer do Visual Studio também vai honrar a lógica de combinação/minificação - assim você ainda terá uma experiência WYSWIYG no designer dentro VS. Combinando e Minificando os Arquivos JavaScript Como a abordagem CSS mostrada acima, se quiséssemos combinar e minificar todos os nossos arquivos de JavaScript em uma única resposta, poderíamos enviar um pedido de URL para a pasta (neste caso, "scripts"), com um caminho adicional "/js":   Isso fará com que a ASP.NET verifique o diretório, combine e minifique os arquivos com extensão .js dentro dele, e envie uma única resposta HTTP para o navegador com todo o conteúdo JavaScript. Mais uma vez - nenhuma ferramenta customizada ou etapas de construção foi necessária para obtermos esse comportamento. Este processo funciona em todos os navegadores. Ordenação dos Arquivos dentro de um Pacote Por padrão, quando os arquivos são combinados pela ASP.NET, eles são ordenados em ordem alfabética primeiramente, exatamente como eles são mostrados no Solution Explorer. Em seguida, eles são automaticamente reorganizados de modo que as bibliotecas conhecidas e suas extensões personalizadas, tais como jQuery, MooTools e Dojo sejam carregadas antes de qualquer outra coisa. Assim, a ordem padrão para a combinação dos arquivos da pasta Scripts, como a mostrada acima será: jquery-1.6.2.js jquery-ui.js jquery.tools.js a.js Por padrão, os arquivos CSS também são classificados em ordem alfabética e depois são reorganizados de forma que o arquivo reset.css e normalize.css (se eles estiverem presentes na pasta) venham sempre antes de qualquer outro arquivo. Assim, o padrão de classificação da combinação dos arquivos da pasta "Styles", como a mostrada acima será: reset.css content.css forms.css globals.css menu.css styles.css A ordenação/classificação é totalmente personalizável, e pode ser facilmente alterada para acomodar a maioria dos casos e qualquer padrão de nomenclatura que você prefira. O objetivo com a experiência pronta para uso, porém, é ter padrões inteligentes que você pode simplesmente usar e ter sucesso com os mesmos. Qualquer número de Diretórios/Subdiretórios é Suportado No exemplo acima, nós tivemos apenas uma única pasta "Scripts" e "Styles" em nossa aplicação. Isso funciona para alguns tipos de aplicação (por exemplo, aplicações com páginas simples). Muitas vezes, porém, você vai querer ter múltiplos pacotes/combinações de arquivos CSS/JS dentro de sua aplicação - por exemplo: um pacote "comum", que tem o núcleo dos arquivos JS e CSS que todas as páginas usam, e então arquivos específicos para páginas ou seções que não são utilizados globalmente. Você pode usar o suporte à combinação/minificação em qualquer número de diretórios ou subdiretórios em seu projeto - isto torna mais fácil estruturar seu código de forma a maximizar os benefícios da combinação/minificação dos arquivos. Cada diretório por padrão pode ser acessado como um pacote separado e endereçável através de uma URL.  Extensibilidade para Combinação/Minificação de Arquivos O suporte da ASP.NET para combinar e minificar é construído com extensibilidade em mente e cada parte do processo pode ser estendido ou substituído. Regras Personalizadas Além de permitir a abordagem de empacotamento - baseada em diretórios - que vem pronta para ser usada, a ASP.NET também suporta a capacidade de registrar pacotes/combinações personalizadas usando uma nova API de programação que estamos expondo.  O código a seguir demonstra como você pode registrar um "customscript" (script personalizável) usando código dentro da classe Global.asax de uma aplicação. A API permite que você adicione/remova/filtre os arquivos que farão parte do pacote de maneira muito granular:     O pacote personalizado acima pode ser referenciado em qualquer lugar dentro da aplicação usando a referência de <script> mostrada a seguir:     Processamento Personalizado Você também pode substituir os pacotes padrão CSS e JavaScript para suportar seu próprio processamento personalizado dos arquivos do pacote (por exemplo: regras personalizadas para minificação, suporte para Saas, LESS ou sintaxe CoffeeScript, etc). No exemplo mostrado a seguir, estamos indicando que queremos substituir as transformações nativas de minificação com classes MyJsTransform e MyCssTransform personalizadas. Elas são subclasses dos respectivos minificadores padrão para CSS e JavaScript, e podem adicionar funcionalidades extras:     O resultado final desta extensibilidade é que você pode se plugar dentro da lógica de combinação/minificação em um nível profundo e fazer algumas coisas muito legais com este recurso. Vídeo de 2 Minutos sobre Combinação e Minificacão de Arquivos em Ação Mads Kristensen tem um ótimo vídeo de 90 segundo (em Inglês) que demonstra a utilização do recurso de Combinação e Minificação de Arquivos. Você pode assistir o vídeo de 90 segundos aqui. Sumário O novo suporte para combinação e minificação de arquivos CSS e JavaScript dentro da próxima versão da ASP.NET tornará mais fácil a construção de aplicações web performáticas. Este recurso é realmente fácil de usar e não requer grandes mudanças no seu fluxo de trabalho de desenvolvimento existente. Ele também suporta uma rica API de extensibilidade que permite a você personalizar a lógica da maneira que você achar melhor. Você pode facilmente tirar vantagem deste novo suporte dentro de aplicações baseadas em ASP.NET MVC e ASP.NET Web Forms. Espero que ajude, Scott P.S. Além do blog, eu uso o Twitter para disponibilizar posts rápidos e para compartilhar links.Lidar com o meu Twitter é: @scottgu Texto traduzido do post original por Leniel Macaferi. google_ad_client = "pub-8849057428395760"; /* 728x90, created 2/15/09 */ google_ad_slot = "4706719075"; google_ad_width = 728; google_ad_height = 90;

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  • When overriding initWithCoder is it always necessary to call [super initWithCoder: coder]

    - by Evan
    In this code I am loading a View Controller (and associated View) from a .xib: -(id)initWithCoder:(NSCoder *)coder { [super initWithCoder:coder]; return self; } This successfully works, but I do not really understand what the line [super initWithCoder:coder] is accomplishing. Is that initializing my View Controller after my View has been initialized? Please be as explicit as possible when explaining. Thanks.

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